ALUNOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS DA FAAP SÃO PREMIADOS NO 34º PRÊMIO ABRP

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Alunos do curso de Relações Públicas da FAAP participaram do Concurso Universitário de Monografias e Projetos Experimentais de Relações Públicas, promovido pela Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP-SP), e foram premiados, no dia 18 de dezembro, no 34º PRÊMIO ABRP.

Os estudantes ficaram em 1º e 2º lugares nas categorias Graduação “Estratégias de Relacionamento”, na subcategoria Vídeo Institucional, e Pós-graduação Lato Sensu, na subcategoria Monografia, que contou com projetos desenvolvidos no fim do curso de pós-graduação em Comunicação Interna, lançado em 2017.

Os trabalhos vencedores foram avaliados por uma banca julgadora composta por profissionais com experiência de mercado e acadêmica.

O objetivo do PRÊMIO ABRP é reconhecer, destacar e congratular a qualidade da produção dos egressos do curso, evidenciar a excelência da formação acadêmica na área e estimular os conhecimentos teóricos e práticos dos futuros relações públicas.

Graduação

1º lugar

Projeto Experimental – Anoscar – vídeo institucional

Nomes: Maria Fernanda Esteves de Medeiros Cunha

             Fernanda Mayumi Aoki

             Flávia Lais Davini Jahic

Título do trabalho: Trabalho de Relações Públicas no Posicionamento da Anoscar como Referência no Cuidado com o Idoso

Professor-orientador: Simone Ribeiro de Oliveira Bambini, Isabel Cristina de Araujo Rodrigues, Thatiana Cappellano

2º lugar

Projeto Experimental – Pharmácia Specífica – vídeo institucional

Nome: Isabella Carazzatto

Título do trabalho: A Gota que FaltaProfessor-orientador: Thatiana Cappellano, Simone Ribeiro de Oliveira Bambini, Isabel Rodrigues

Pós-graduação

1º lugar

Monografia – As características do Romantismo e as Semelhanças com as Práticas da Comunicação com Empregados

Nome: Rodrigo Muchaqui

Professor-orientador: Thatiana Cappellano

2º lugar

Monografia – Comunicação Interna ou Endomarketing uma Análise Conceitual sob a Ótica das Relações Públicas Excelentes

Nome: Mariana Babalin

Professor-orientador: Bruno Carramenha


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Alunos do curso de Relações Públicas da FAAP participaram do Concurso Universitário de Monografias e Projetos Experimentais de Relações Públicas, promovido pela Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP-SP), e foram premiados, no dia 18 de dezembro, no 34º PRÊMIO ABRP.

Os estudantes ficaram em 1º e 2º lugares nas categorias Graduação “Estratégias de Relacionamento”, na subcategoria Vídeo Institucional, e Pós-graduação Lato Sensu, na subcategoria Monografia, que contou com projetos desenvolvidos no fim do curso de pós-graduação em Comunicação Interna, lançado em 2017.

Os trabalhos vencedores foram avaliados por uma banca julgadora composta por profissionais com experiência de mercado e acadêmica.

O objetivo do PRÊMIO ABRP é reconhecer, destacar e congratular a qualidade da produção dos egressos do curso, evidenciar a excelência da formação acadêmica na área e estimular os conhecimentos teóricos e práticos dos futuros relações públicas.

Graduação

1º lugar

Projeto Experimental – Anoscar – vídeo institucional

Nomes: Maria Fernanda Esteves de Medeiros Cunha

             Fernanda Mayumi Aoki

             Flávia Lais Davini Jahic

Título do trabalho: Trabalho de Relações Públicas no Posicionamento da Anoscar como Referência no Cuidado com o Idoso

Professor-orientador: Simone Ribeiro de Oliveira Bambini, Isabel Cristina de Araujo Rodrigues, Thatiana Cappellano

2º lugar

Projeto Experimental – Pharmácia Specífica – vídeo institucional

Nome: Isabella Carazzatto

Título do trabalho: A Gota que FaltaProfessor-orientador: Thatiana Cappellano, Simone Ribeiro de Oliveira Bambini, Isabel Rodrigues

Pós-graduação

1º lugar

Monografia – As características do Romantismo e as Semelhanças com as Práticas da Comunicação com Empregados

Nome: Rodrigo Muchaqui

Professor-orientador: Thatiana Cappellano

2º lugar

Monografia – Comunicação Interna ou Endomarketing uma Análise Conceitual sob a Ótica das Relações Públicas Excelentes

Nome: Mariana Babalin

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


Moda

Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

A aluna Nayara Pereira de Souza, do curso de Moda da FAAP, foi selecionada como finalista do Concurso Sou de Algodão, representando a região Sudeste na etapa final do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores.  “O concurso é direcionado exclusivamente a estudantes de moda de instituições brasileiras reconhecidas pelo MEC. Assim, ter uma aluna da FAAP entre os finalistas é uma vitrine enorme, tanto para o nosso curso quanto para carreira profissional dessa aluna”, destaca a professora Juliana Schmitt.  Ao todo, são cinco finalistas – uma de cada região do país – que irão apresentar, em novembro de 2026, suas coleções completas com seis looks na 59ª edição da Casa de Criadores, um dos mais importantes eventos da moda brasileira.  “Me sinto muito feliz e privilegiada sabendo que o meu projeto teve potencial para chegar aos finalistas. A FAAP teve um papel fundamental na minha inscrição, porque, através dela, eu pude desenvolver o meu lado criativo e técnico e chegar no projeto que temos hoje”, afirma a estudante Nayara.   Na etapa final, todos os tecidos serão fornecidos por marcas parceiras do movimento Sou de Algodão. As coleções serão avaliadas por uma banca formada por profissionais de destaque no mercado, que observará critérios como acabamento, originalidade, conceito e apresentação, além da forma como o desfile é desenvolvido.  A classificação de Nayara reforça a qualidade da formação em Moda da FAAP e o compromisso da instituição em incentivar a participação dos alunos em concursos e projetos que aproximam o ambiente acadêmico do cenário profissional da moda no

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