ALUNOS DA FAAP DESTACAM-SE EM FESTIVAIS DE CINEMA

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Os festivais de cinema são a porta de entrada dos jovens cineastas, que encontram nesses eventos a possibilidade de apresentar a sua obra e obter o retorno do público e dos outros profissionais do mercado. Nesse sentido, a FAAP estimula seus alunos para que participem, dando todo o apoio para a inscrição dos projetos, principalmente os trabalhos de conclusão. 

Confira abaixo as últimas seleções e premiações obtidas pelos alunos: 

Paloma

Dirigido pelo aluno Alex Reis, o curta-metragem de animação foi premiado na 20ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, na categoria +8. O filme já foi premiado diversas vezes e, entre as conquistas, está o prêmio de melhor curta-metragem latino-americano no 11º Festival REC – Festival de Estudiantes de Artes Audiovisuales de Universidades Públicas Y Privadas, que ocorreu em Buenos Aires. 

Sinopse: No meio da Praça da Sé, em São Paulo, Paloma – uma pomba como qualquer outra – engole um chip e ganha consciência. Mas, o que era para ser algo positivo, acaba revelando algo terrível: ela, assim como todas as pombas, sempre comeu restos. Diante disso, Paloma vai atrás de justiça para as pombas e, ao lado de Pru, descobrir mais sobre quem se tornou e o seu lugar entre pernas, ratos e outros habitantes da cidade. 

Caixinha de Música 

A produção foi premiada como melhor curta-metragem internacional de animação de terror no African International Horror Film Festival, realizado de 18 a 20 de outubro. Caixinha de Música também participou, em junho, do 16º Festival de Cinema de Ouro Preto. A direção é da aluna Ana Carolina do Monte. 

Sinopse: Marie, uma pequena estudante de balé, é a mais desajeitada da turma e o olhar repreensivo de sua professora a desanima. Um dia, porém, ela recebe uma caixinha de música de presente de uma senhora estranha na rua. Ao chegar em casa e dar corda, a pequena bailarina que girava dentro da caixinha toma vida e vira uma menina de verdade! Com o tempo, as duas se tornam amigas e a menina que estava na caixinha ajuda Marie a dançar melhor e ter mais confiança. Mas, nem tudo é o que parece, e logo Marie descobre que a Caixinha guarda um segredo cruel. 

Andar de Cima 

O curta-metragem dirigido pelo aluno Tomás Fernandes da Silva foi selecionado para a edição de 2021 do FESTin – Festival Itinerante da Língua Portuguesa, que ocorrerá no formato híbrido. A edição presencial ocorrerá em Lisboa, de 18 a 21 de novembro, e online, de 18 a 24 de novembro, pela plataforma festinon.com. 

Sinopse: Em uma madrugada, Clara, uma garota de 15 anos, derruba sem querer uma garrafa de cerveja da cobertura de seu prédio e mata o porteiro. Seu pai, Marcelo, é o síndico do prédio e, sem saber que o acidente foi causado pela própria filha, busca resolver as consequências acarretadas pela morte do funcionário. Porém, a tarefa se mostra mais difícil do que parecia, quando Marcelo se confronta com problemas legais e com os moradores egoístas do prédio. Então, o síndico decide ir atrás do culpado, para que ele arque com as suas responsabilidades, enquanto Clara tenta não ser descoberta. 

Miado

A produção dirigida pela aluna Victória Costa foi eleita como melhor-curta-metragem na categoria Júri Popular no 13º Festival MacacuCine, realizado no primeiro semestre de 2021. 

Sinopse: O curta-metragem retrata a história de Nick, um gato que vive em um asilo e é conhecido por acertar as mortes dos idosos sempre que deita em frente à porta deles. Certo dia, o animal estava deitado na porta de Dona Socorro, uma velhinha de 94 anos, carismática, alegre e sempre de bom humor. Quando Dona Socorro aparece vivíssima no dia seguinte, Nick se questiona, confuso, de como pôde ter errado pela primeira vez. Indignado e nada satisfeito, decide que aquilo não será um erro e inicia uma missão: tentar matar a velhinha. Durante uma de suas diversas tentativas, algo dá errado, e Nick e Dona Socorro trocam de corpo. Agora Nick precisa lidar com um corpo nada flexível e suas dificuldades


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Os festivais de cinema são a porta de entrada dos jovens cineastas, que encontram nesses eventos a possibilidade de apresentar a sua obra e obter o retorno do público e dos outros profissionais do mercado. Nesse sentido, a FAAP estimula seus alunos para que participem, dando todo o apoio para a inscrição dos projetos, principalmente os trabalhos de conclusão. 

Confira abaixo as últimas seleções e premiações obtidas pelos alunos: 

Paloma

Dirigido pelo aluno Alex Reis, o curta-metragem de animação foi premiado na 20ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, na categoria +8. O filme já foi premiado diversas vezes e, entre as conquistas, está o prêmio de melhor curta-metragem latino-americano no 11º Festival REC – Festival de Estudiantes de Artes Audiovisuales de Universidades Públicas Y Privadas, que ocorreu em Buenos Aires. 

Sinopse: No meio da Praça da Sé, em São Paulo, Paloma – uma pomba como qualquer outra – engole um chip e ganha consciência. Mas, o que era para ser algo positivo, acaba revelando algo terrível: ela, assim como todas as pombas, sempre comeu restos. Diante disso, Paloma vai atrás de justiça para as pombas e, ao lado de Pru, descobrir mais sobre quem se tornou e o seu lugar entre pernas, ratos e outros habitantes da cidade. 

Caixinha de Música 

A produção foi premiada como melhor curta-metragem internacional de animação de terror no African International Horror Film Festival, realizado de 18 a 20 de outubro. Caixinha de Música também participou, em junho, do 16º Festival de Cinema de Ouro Preto. A direção é da aluna Ana Carolina do Monte. 

Sinopse: Marie, uma pequena estudante de balé, é a mais desajeitada da turma e o olhar repreensivo de sua professora a desanima. Um dia, porém, ela recebe uma caixinha de música de presente de uma senhora estranha na rua. Ao chegar em casa e dar corda, a pequena bailarina que girava dentro da caixinha toma vida e vira uma menina de verdade! Com o tempo, as duas se tornam amigas e a menina que estava na caixinha ajuda Marie a dançar melhor e ter mais confiança. Mas, nem tudo é o que parece, e logo Marie descobre que a Caixinha guarda um segredo cruel. 

Andar de Cima 

O curta-metragem dirigido pelo aluno Tomás Fernandes da Silva foi selecionado para a edição de 2021 do FESTin – Festival Itinerante da Língua Portuguesa, que ocorrerá no formato híbrido. A edição presencial ocorrerá em Lisboa, de 18 a 21 de novembro, e online, de 18 a 24 de novembro, pela plataforma festinon.com. 

Sinopse: Em uma madrugada, Clara, uma garota de 15 anos, derruba sem querer uma garrafa de cerveja da cobertura de seu prédio e mata o porteiro. Seu pai, Marcelo, é o síndico do prédio e, sem saber que o acidente foi causado pela própria filha, busca resolver as consequências acarretadas pela morte do funcionário. Porém, a tarefa se mostra mais difícil do que parecia, quando Marcelo se confronta com problemas legais e com os moradores egoístas do prédio. Então, o síndico decide ir atrás do culpado, para que ele arque com as suas responsabilidades, enquanto Clara tenta não ser descoberta. 

Miado

A produção dirigida pela aluna Victória Costa foi eleita como melhor-curta-metragem na categoria Júri Popular no 13º Festival MacacuCine, realizado no primeiro semestre de 2021. 

Sinopse: O curta-metragem retrata a história de Nick, um gato que vive em um asilo e é conhecido por acertar as mortes dos idosos sempre que deita em frente à porta deles. Certo dia, o animal estava deitado na porta de Dona Socorro, uma velhinha de 94 anos, carismática, alegre e sempre de bom humor. Quando Dona Socorro aparece vivíssima no dia seguinte, Nick se questiona, confuso, de como pôde ter errado pela primeira vez. Indignado e nada satisfeito, decide que aquilo não será um erro e inicia uma missão: tentar matar a velhinha. Durante uma de suas diversas tentativas, algo dá errado, e Nick e Dona Socorro trocam de corpo. Agora Nick precisa lidar com um corpo nada flexível e suas dificuldades


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


Moda

Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

A aluna Nayara Pereira de Souza, do curso de Moda da FAAP, foi selecionada como finalista do Concurso Sou de Algodão, representando a região Sudeste na etapa final do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores.  “O concurso é direcionado exclusivamente a estudantes de moda de instituições brasileiras reconhecidas pelo MEC. Assim, ter uma aluna da FAAP entre os finalistas é uma vitrine enorme, tanto para o nosso curso quanto para carreira profissional dessa aluna”, destaca a professora Juliana Schmitt.  Ao todo, são cinco finalistas – uma de cada região do país – que irão apresentar, em novembro de 2026, suas coleções completas com seis looks na 59ª edição da Casa de Criadores, um dos mais importantes eventos da moda brasileira.  “Me sinto muito feliz e privilegiada sabendo que o meu projeto teve potencial para chegar aos finalistas. A FAAP teve um papel fundamental na minha inscrição, porque, através dela, eu pude desenvolver o meu lado criativo e técnico e chegar no projeto que temos hoje”, afirma a estudante Nayara.   Na etapa final, todos os tecidos serão fornecidos por marcas parceiras do movimento Sou de Algodão. As coleções serão avaliadas por uma banca formada por profissionais de destaque no mercado, que observará critérios como acabamento, originalidade, conceito e apresentação, além da forma como o desfile é desenvolvido.  A classificação de Nayara reforça a qualidade da formação em Moda da FAAP e o compromisso da instituição em incentivar a participação dos alunos em concursos e projetos que aproximam o ambiente acadêmico do cenário profissional da moda no

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