ALUNA DO COLÉGIO FAAP RIBEIRÃO GANHA BOLSA NA UNIVERSIDADE DUKE

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Imagine ter apenas 17 anos e ser aceita para uma bolsa de mérito acadêmico integral em uma das 20 melhores universidades do mundo. Essa é a história da Ana Beatriz Sales, aluna do Colégio FAAP Ribeirão Preto, que em agosto deste ano embarca para a Duke University, na Carolina do Norte. O último brasileiro a conseguir esta modalidade de bolsa foi em 2014 e, nas últimas quatro turmas, só houve um aluno latino-americano. Ana Beatriz também foi aceita na Northwestern University e Reed College. 

A bolsa Karsh International Scholars, oferecida pela universidade americana, é específica para estudantes estrangeiros. Outros dois alunos brasileiros também foram contemplados, um de Brasília e outro do Mato Grosso do Sul. Este ano, a Duke teve 50 mil aplicantes a bolsa. O processo seleciona aproximadamente 50 finalistas e uma segunda avaliação chega aos 10 bolsistas Karsh.

“Essa segunda avaliação é composta de uma série de redações bem pessoais e, ainda assim, muito focadas nos seus objetivos profissionais, seu currículo e uma entrevista com os diretores do programa. Nesta fase eles avaliam a qualidade de ser um cidadão global e alguém engajado com a sua comunidade, fora a excelência acadêmica”, explica Ana Beatriz. 

A jovem estudante vem de uma família de professores, onde a educação sempre foi muito valorizada. “Não era uma questão de quantidade de horas de estudo, mas sim de qualidade. Escolhi a FAAP Ribeirão Preto justamente porque sabia do rigor acadêmico exigido. Eu ficava quase todos os dias na escola além do horário das aulas, frequentava os plantões e conversava muito com os professores. Realmente tentava enxergar as conexões por trás do conteúdo. Também pude me aventurar no grêmio estudantil e assumir muitas posições de impacto dentro do ambiente escolar.

” O coordenador pedagógico da Unidade FAAP Ribeirão Preto, Franco Giagio, conta que Ana Beatriz sempre exerceu liderança muito positiva entre os alunos da sala e demonstrou interesse por toda forma de conhecimento, seja através das componentes obrigatórias ou por meio das atividades extracurriculares oferecidas. “O olhar atento que a Ana Beatriz tem para a sociedade e para o mundo que a cerca a torna muito distinta. Em muito pouco tempo e com recursos limitados realizou projetos cujo alcance foi muito além dos muros escolares”, diz Franco. 

Segundo ele, a preparação para programas como este em que a Ana Beatriz foi aprovada gera bons frutos inclusive aos alunos que não desejem se graduar no exterior. “Na construção de sua trilha, é importante o envolvimento e excelente desempenho nas atividades acadêmicas, postura e liderança colaborativa na comunidade escolar e envolvimento na solução de problemas reais da sociedade. Essa postura aprimora competências essenciais para a vida pessoal e impacta muito positivamente as oportunidades profissionais e carreiras destes alunos”, finaliza.

Consciente das desigualdades educacionais do nosso país, que foram ampliadas durante a pandemia, Ana Beatriz fundou com um grupo de amigos o EAD Para Todos. Com uma equipe de 60 alunos e professores voluntários de todo o Brasil, o objetivo foi de democratizar o acesso à educação e cultura de qualidade, com conteúdo diário e gratuito (aulas, exercícios e mentorias) sobre o currículo do Ensino Médio. O projeto foi selecionado para o Programa de Aceleração da Ashoka e Oracle em 2021, rendeu o convite para palestra em evento sobre educação e metas da Agenda 2030 da LisboMUN (maior clube de simulações da ONU em Portugal). Além disso, recebeu o Prêmio Prudential Espírito Comunitário na categoria Jovens Contra a Covid-19, em 2020. 

Esta iniciativa abriu um caminho cheio de significado e oportunidades para a estudante. “Apesar de fazer ações voluntárias locais antes, isso me introduziu a um mundo em que minhas ações podiam impactar muito mais pessoas. Entrei na ONG Engajamundo, e na Academia de Liderança da América Latina (LALA). Foram várias oportunidades e pessoas incríveis que conheci e pude descobrir muitas paixões que se conectavam à minha história ao longo do caminho”, afirma. 

Ana Beatriz optou em fazer sua graduação em Ciência Política e um Certificate Program em Jornalismo e Estudos Midiáticos. A bolsa cobrirá anuidade, alimentação, moradia, plano de saúde e ainda oferece um fundo de enriquecimento que pode ser usado em estágios, pesquisas, viagens culturais, conferências e congressos, nos quatro anos do curso. 

Cheia de entusiasmo pelo que virá a seguir, Ana Beatriz já está planejando os próximos passos que dará na universidade americana. “Escolhi a Duke pela comunidade realmente colaborativa. Quero entrar em várias organizações estudantis, participar do ‘tenting’ (tradição de acampar para conseguir ingressos para os jogos de basquete), pesquisar com professores renomados de ciência política e comunicação e colocar toda a educação e apoio especial da comunidade de Karsh em uso para um Brasil e um mundo melhor e mais justo.”    


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Imagine ter apenas 17 anos e ser aceita para uma bolsa de mérito acadêmico integral em uma das 20 melhores universidades do mundo. Essa é a história da Ana Beatriz Sales, aluna do Colégio FAAP Ribeirão Preto, que em agosto deste ano embarca para a Duke University, na Carolina do Norte. O último brasileiro a conseguir esta modalidade de bolsa foi em 2014 e, nas últimas quatro turmas, só houve um aluno latino-americano. Ana Beatriz também foi aceita na Northwestern University e Reed College. 

A bolsa Karsh International Scholars, oferecida pela universidade americana, é específica para estudantes estrangeiros. Outros dois alunos brasileiros também foram contemplados, um de Brasília e outro do Mato Grosso do Sul. Este ano, a Duke teve 50 mil aplicantes a bolsa. O processo seleciona aproximadamente 50 finalistas e uma segunda avaliação chega aos 10 bolsistas Karsh.

“Essa segunda avaliação é composta de uma série de redações bem pessoais e, ainda assim, muito focadas nos seus objetivos profissionais, seu currículo e uma entrevista com os diretores do programa. Nesta fase eles avaliam a qualidade de ser um cidadão global e alguém engajado com a sua comunidade, fora a excelência acadêmica”, explica Ana Beatriz. 

A jovem estudante vem de uma família de professores, onde a educação sempre foi muito valorizada. “Não era uma questão de quantidade de horas de estudo, mas sim de qualidade. Escolhi a FAAP Ribeirão Preto justamente porque sabia do rigor acadêmico exigido. Eu ficava quase todos os dias na escola além do horário das aulas, frequentava os plantões e conversava muito com os professores. Realmente tentava enxergar as conexões por trás do conteúdo. Também pude me aventurar no grêmio estudantil e assumir muitas posições de impacto dentro do ambiente escolar.

” O coordenador pedagógico da Unidade FAAP Ribeirão Preto, Franco Giagio, conta que Ana Beatriz sempre exerceu liderança muito positiva entre os alunos da sala e demonstrou interesse por toda forma de conhecimento, seja através das componentes obrigatórias ou por meio das atividades extracurriculares oferecidas. “O olhar atento que a Ana Beatriz tem para a sociedade e para o mundo que a cerca a torna muito distinta. Em muito pouco tempo e com recursos limitados realizou projetos cujo alcance foi muito além dos muros escolares”, diz Franco. 

Segundo ele, a preparação para programas como este em que a Ana Beatriz foi aprovada gera bons frutos inclusive aos alunos que não desejem se graduar no exterior. “Na construção de sua trilha, é importante o envolvimento e excelente desempenho nas atividades acadêmicas, postura e liderança colaborativa na comunidade escolar e envolvimento na solução de problemas reais da sociedade. Essa postura aprimora competências essenciais para a vida pessoal e impacta muito positivamente as oportunidades profissionais e carreiras destes alunos”, finaliza.

Consciente das desigualdades educacionais do nosso país, que foram ampliadas durante a pandemia, Ana Beatriz fundou com um grupo de amigos o EAD Para Todos. Com uma equipe de 60 alunos e professores voluntários de todo o Brasil, o objetivo foi de democratizar o acesso à educação e cultura de qualidade, com conteúdo diário e gratuito (aulas, exercícios e mentorias) sobre o currículo do Ensino Médio. O projeto foi selecionado para o Programa de Aceleração da Ashoka e Oracle em 2021, rendeu o convite para palestra em evento sobre educação e metas da Agenda 2030 da LisboMUN (maior clube de simulações da ONU em Portugal). Além disso, recebeu o Prêmio Prudential Espírito Comunitário na categoria Jovens Contra a Covid-19, em 2020. 

Esta iniciativa abriu um caminho cheio de significado e oportunidades para a estudante. “Apesar de fazer ações voluntárias locais antes, isso me introduziu a um mundo em que minhas ações podiam impactar muito mais pessoas. Entrei na ONG Engajamundo, e na Academia de Liderança da América Latina (LALA). Foram várias oportunidades e pessoas incríveis que conheci e pude descobrir muitas paixões que se conectavam à minha história ao longo do caminho”, afirma. 

Ana Beatriz optou em fazer sua graduação em Ciência Política e um Certificate Program em Jornalismo e Estudos Midiáticos. A bolsa cobrirá anuidade, alimentação, moradia, plano de saúde e ainda oferece um fundo de enriquecimento que pode ser usado em estágios, pesquisas, viagens culturais, conferências e congressos, nos quatro anos do curso. 

Cheia de entusiasmo pelo que virá a seguir, Ana Beatriz já está planejando os próximos passos que dará na universidade americana. “Escolhi a Duke pela comunidade realmente colaborativa. Quero entrar em várias organizações estudantis, participar do ‘tenting’ (tradição de acampar para conseguir ingressos para os jogos de basquete), pesquisar com professores renomados de ciência política e comunicação e colocar toda a educação e apoio especial da comunidade de Karsh em uso para um Brasil e um mundo melhor e mais justo.”    


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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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