ALUNOS DO CURSO DE RELAÇÕES PÚBLICAS DA FAAP SÃO FINALISTAS NO MAIOR CONCURSO DO MERCADO

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Três trabalhos acadêmicos dos alunos do curso de Relações Públicas da FAAP – formados em 2014 – foram premiados no 33º Concurso Nacional de Monografias e Projetos Experimentais de Relações Públicas, promovido pela Associação Brasileira de Relações Públicas de São Paulo (ABRP-SP).

O primeiro prêmio na categoria Estratégia de Relacionamento – Vídeo Institucional – foi conquistado por Ana Carolina Bichucher, Ana Thereza Arruda Simões e Gaia Schwarz Temin, autoras do trabalho sobre o Instituto Alana, uma organização sem fins lucrativos cuja missão é fomentar e promover a assistência social e o amparo da população de baixa renda.

Com o mesmo trabalho, o grupo venceu o primeiro lugar na subcategoria Relacionamento com o Poder Público e Lobby, bem como o terceiro lugar no quesito Projeto Experimental – Terceiro Setor. Entre todos os participantes, esse foi o único trabalho que conquistou o primeiro lugar em duas categorias.

O segundo vídeo premiado foi o da Casa do Zezinho – um espaço que oferece oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens que vivem em situações de alta vulnerabilidade social. Os autores são os alunos Carlos Barreto Awoki Júnior e Mariana Cooke Lambrechtz.

O terceiro trabalho premiado foi o de Mariana Paiva Ferreira de Arruda, em conjunto com Tatiana Scartezini Feliciano, que focou na comunicação de uma agência de serviços domésticos, denominada Maria. 

O ótimo resultado se deve à capacidade criativa, inovadora e estratégica dos alunos, desenvolvida em sala de aula, que se soma à infraestrutura tecnológica da instituição, ao apoio e incentivo do corpo docente.

Desde 1982, a ABRP-SP promove o concurso para desenvolver na categoria a cultura do reconhecimento em âmbito acadêmico entre jovens recém-formados e o fortalecimento do relacionamento entre academia e mercado. São observados o embasamento de todas as monografias, projetos experimentais e estratégias de relacionamento segundo os critérios específicos para cada categoria e temática, conforme o regulamento.

 


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Três trabalhos acadêmicos dos alunos do curso de Relações Públicas da FAAP – formados em 2014 – foram premiados no 33º Concurso Nacional de Monografias e Projetos Experimentais de Relações Públicas, promovido pela Associação Brasileira de Relações Públicas de São Paulo (ABRP-SP).

O primeiro prêmio na categoria Estratégia de Relacionamento – Vídeo Institucional – foi conquistado por Ana Carolina Bichucher, Ana Thereza Arruda Simões e Gaia Schwarz Temin, autoras do trabalho sobre o Instituto Alana, uma organização sem fins lucrativos cuja missão é fomentar e promover a assistência social e o amparo da população de baixa renda.

Com o mesmo trabalho, o grupo venceu o primeiro lugar na subcategoria Relacionamento com o Poder Público e Lobby, bem como o terceiro lugar no quesito Projeto Experimental – Terceiro Setor. Entre todos os participantes, esse foi o único trabalho que conquistou o primeiro lugar em duas categorias.

O segundo vídeo premiado foi o da Casa do Zezinho – um espaço que oferece oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens que vivem em situações de alta vulnerabilidade social. Os autores são os alunos Carlos Barreto Awoki Júnior e Mariana Cooke Lambrechtz.

O terceiro trabalho premiado foi o de Mariana Paiva Ferreira de Arruda, em conjunto com Tatiana Scartezini Feliciano, que focou na comunicação de uma agência de serviços domésticos, denominada Maria. 

O ótimo resultado se deve à capacidade criativa, inovadora e estratégica dos alunos, desenvolvida em sala de aula, que se soma à infraestrutura tecnológica da instituição, ao apoio e incentivo do corpo docente.

Desde 1982, a ABRP-SP promove o concurso para desenvolver na categoria a cultura do reconhecimento em âmbito acadêmico entre jovens recém-formados e o fortalecimento do relacionamento entre academia e mercado. São observados o embasamento de todas as monografias, projetos experimentais e estratégias de relacionamento segundo os critérios específicos para cada categoria e temática, conforme o regulamento.

 


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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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