Alunos de Design visitam o Laboratório Cazoolo – Braskem 


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Alunos do 6º semestre do curso de Design da FAAP durante visita no Laboratório Cazoolo – Braskem


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Os alunos do 6º semestre do curso de Design da FAAP realizaram, na última quinta-feira, 30, uma visita técnica ao Laboratório Cazoolo – Braskem, espaço de inovação dedicado ao desenvolvimento de soluções sustentáveis e colaborativas para o design de embalagens. 

Durante a atividade, os estudantes conheceram o trabalho do designer Fábio Santana, diretor do Laboratório e ex-aluno da FAAP. Santana apresentou aos visitantes as diretrizes do Cazoolo, que atua como um hub de projetos voltado à aplicação da inteligência coletiva e à experimentação de novos materiais e processos nas áreas de design circular, inovação e responsabilidade socioambiental. 

A visita foi acompanhada pela Profa. Didiana Prata, responsável pela disciplina Projeto de Inovações Disruptivas, ministrada em parceria com o professor Fábio Righetto, além do professor Cláudio Parra. Ao longo da experiência, os alunos puderam relacionar os conceitos estudados em sala de aula com práticas reais de mercado, explorando os novos paradigmas do design contemporâneo, que articulam design de produto, gráfico e de serviço. 

“As parcerias entre as pesquisas dos alunos do Centro Universitário e laboratórios de ponta, como o Cazoolo, são fundamentais para o fortalecimento de um ensino mais engajado e conectado com as demandas atuais do mercado”, afirma a Profa. Didiana Prata. 

A atividade reforça o compromisso da FAAP em estimular a integração entre ensino, pesquisa e prática profissional, preparando os alunos para atuarem de forma crítica, criativa e sustentável no cenário do design atual. 


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Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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