RELATÓRIO “MÍDIAS SOCIAIS 360º” (#MS360FAAP) REVELA QUE INSTAGRAM E YOUTUBE DEVEM SER AS “ESTRELAS” DE 2018 PARA AS MARCAS

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Em 2014, quando nasceu o primeiro estudo “Mídias Sociais 360º” (#MS360FAAP) – fruto da parceria entre a FAAP e a Socialbakers – a realidade das redes sociais era outra.

O relatório mais recente, referente ao último trimestre de 2017, dá conta de que o Facebook ainda é a rede em que as marcas alcançam melhores resultados em volume de fãs. No entanto, nota-se que vem perdendo destaque ao longo dos anos, devido ao crescimento de duas outras plataformas: o YouTube, que aumentou quase 800%, e o Instagram em que as marcas alcançaram mais de um milhão de seguidores em média, equivalendo a um crescimento de mais de 2000% ao longo de três anos.

A supremacia do vídeo

No segmento “Entretenimento”, entre as 100 maiores páginas em números de interações no Facebook, as postagens em vídeo foram crescendo de menos de 10%, entre 2015 e 2016, para cerca de 40% do conteúdo publicado em 2017.

No YouTube, os números são relevantes. O ano de 2014 terminou com as marcas tendo uma média de 16.598 inscritos em seus canais, número que subiu para 36.315 no ano seguinte. No fim de 2016, a quantidade de assinantes praticamente dobrou, alcançando 70.814. O ano passado, por sua vez, terminou com um total de 149.244 inscritos, ou seja, um crescimento de quase 800% em três anos.

A força do Instagram

Quando o estudo “Mídias Sociais 360º” (#MS360FAAP) foi iniciado, o Instagram não possuía a opção de postagem de vídeos. Essa ferramenta só passou a ser oferecida no segundo trimestre de 2015. Naquele início, as postagens em vídeo tinham uma média de 999 curtidas e 38 comentários. Já as fotos ficavam por volta de 1.420 curtidas e 33 comentários. No último trimestre de 2017, os vídeos tiveram 2.448 curtidas e 71 comentários, na média, e as fotos passaram a 4.448 curtidas e 67 comentários.

O Instagram também foi a rede que mais cresceu desde 2014. No último trimestre daquele ano, um perfil de marca tinha, em média, pouco mais de 49 mil seguidores. Em 2017, o número foi de 1 milhão de seguidores, o que representa um aumento de mais de 2000%.

Ao observar os três anos do estudo, é possível, segundo os pesquisadores, visualizar algumas tendências nas redes sociais:

•Para tentar se adaptar às mudanças do algoritmo do Facebook, as marcas vêm postando mais em suas páginas. A exceção é o segmento “Bens de consumo”, que reduziu o número médio de postagens nos últimos três anos. Esse movimento de mais postagens deve continuar. No Instagram, a tendência é a mesma.

•A maior parte das marcas usa de duas a três hashtags no Instagram. Pelo bom retorno obtido, essa tática deve continuar sendo usada.

•Por conta de novos recursos como o Stories, o Instagram deve ganhar ainda mais relevância para as marcas no Brasil.

•Os vídeos no YouTube continuarão com média de 5 minutos de duração. Já a média de visualizações e comentários de cada vídeo deve crescer ao longo de 2018.

O estudo “Mídias Sociais 360º” (#MS360FAAP) é composto por diferentes gráficos nos quais é possível enxergar o comportamento das marcas – dos setores de Mídias e Notícias, Bens de Consumo, Entretenimento, E-Commerce e Marcas / Institucional – e de seus seguidores. Os relatórios estão disponíveis no site www.faap.br/ms360faap.


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Em 2014, quando nasceu o primeiro estudo “Mídias Sociais 360º” (#MS360FAAP) – fruto da parceria entre a FAAP e a Socialbakers – a realidade das redes sociais era outra.

O relatório mais recente, referente ao último trimestre de 2017, dá conta de que o Facebook ainda é a rede em que as marcas alcançam melhores resultados em volume de fãs. No entanto, nota-se que vem perdendo destaque ao longo dos anos, devido ao crescimento de duas outras plataformas: o YouTube, que aumentou quase 800%, e o Instagram em que as marcas alcançaram mais de um milhão de seguidores em média, equivalendo a um crescimento de mais de 2000% ao longo de três anos.

A supremacia do vídeo

No segmento “Entretenimento”, entre as 100 maiores páginas em números de interações no Facebook, as postagens em vídeo foram crescendo de menos de 10%, entre 2015 e 2016, para cerca de 40% do conteúdo publicado em 2017.

No YouTube, os números são relevantes. O ano de 2014 terminou com as marcas tendo uma média de 16.598 inscritos em seus canais, número que subiu para 36.315 no ano seguinte. No fim de 2016, a quantidade de assinantes praticamente dobrou, alcançando 70.814. O ano passado, por sua vez, terminou com um total de 149.244 inscritos, ou seja, um crescimento de quase 800% em três anos.

A força do Instagram

Quando o estudo “Mídias Sociais 360º” (#MS360FAAP) foi iniciado, o Instagram não possuía a opção de postagem de vídeos. Essa ferramenta só passou a ser oferecida no segundo trimestre de 2015. Naquele início, as postagens em vídeo tinham uma média de 999 curtidas e 38 comentários. Já as fotos ficavam por volta de 1.420 curtidas e 33 comentários. No último trimestre de 2017, os vídeos tiveram 2.448 curtidas e 71 comentários, na média, e as fotos passaram a 4.448 curtidas e 67 comentários.

O Instagram também foi a rede que mais cresceu desde 2014. No último trimestre daquele ano, um perfil de marca tinha, em média, pouco mais de 49 mil seguidores. Em 2017, o número foi de 1 milhão de seguidores, o que representa um aumento de mais de 2000%.

Ao observar os três anos do estudo, é possível, segundo os pesquisadores, visualizar algumas tendências nas redes sociais:

•Para tentar se adaptar às mudanças do algoritmo do Facebook, as marcas vêm postando mais em suas páginas. A exceção é o segmento “Bens de consumo”, que reduziu o número médio de postagens nos últimos três anos. Esse movimento de mais postagens deve continuar. No Instagram, a tendência é a mesma.

•A maior parte das marcas usa de duas a três hashtags no Instagram. Pelo bom retorno obtido, essa tática deve continuar sendo usada.

•Por conta de novos recursos como o Stories, o Instagram deve ganhar ainda mais relevância para as marcas no Brasil.

•Os vídeos no YouTube continuarão com média de 5 minutos de duração. Já a média de visualizações e comentários de cada vídeo deve crescer ao longo de 2018.

O estudo “Mídias Sociais 360º” (#MS360FAAP) é composto por diferentes gráficos nos quais é possível enxergar o comportamento das marcas – dos setores de Mídias e Notícias, Bens de Consumo, Entretenimento, E-Commerce e Marcas / Institucional – e de seus seguidores. Os relatórios estão disponíveis no site www.faap.br/ms360faap.


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