GABRIEL WICKBOLD APRESENTA RETROSPECTIVA NO MUSEU DE ARTE BRASILEIRA DA FAAP

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As séries autorais de Gabriel Wickbold são construídas por meio de narrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. Sustentabilidade, envelhecimento, tecnologia, conectividade, luz e corpo são algumas das temáticas exploradas pelo fotógrafo, que apresenta a individual “Gabriel Wickbold 2020”, no Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP), a partir de 11 de março. A mostra retrospectiva reúne mais de 100 obras que integram cinco das séries desenvolvidas pelo artista nos últimos 12 anos. São elas: “I am Light”, “Naïve”, “Sexual Colors”,”I am on-line” e “Sans Tache”.

Expoente da fotografia contemporânea, Gabriel Wickbold destaca-se pela estética de suas obras. O uso de cores extravagantes é um recurso que aplica para captar a atenção do público, que é convidado a adentrar em temáticas complexas da experiência humana por meio da dualidade entre fantasia e realidade. A primeira mostra institucional de Wickbold é marcada pelo uso da tecnologia e acontece como um desdobramento do livro homônimo que lançou no último ano durante a 15ª edição do Festival Internacional de Arte de São Paulo (SP-Arte).

Dividida em cinco salas do MAB FAAP, a mostra dedica um espaço para cada série, em um percurso que conecta o público à trajetória do artista por meio de seus trabalhos mais icônicos. “I am Light” (2018) converge pinturas humanas com a aplicação de glitter e tem como resultado telas com cores potentes, que criam efeitos de aura nos personagens. “Sans Tache” (2014) critica a relação do homem com o envelhecimento e provoca uma reflexão sobre as marcas de expressão e o uso abusivo de recursos de computação para manipular uma estética inatingível. Em “I am online” (2016), o fotógrafo discute o sufocamento causado pela alta conectividade com a internet e as máscaras que criamos para as redes sociais.

A individual no MAB FAAP é uma oportunidade para o público conhecer a pesquisa e estética do trabalho do artista, que já passou por importantes feiras no Brasil e no mundo. Espaço de prestígio, o Museu já recebeu outros relevantes nomes da fotografia como Mario Testino, Bob Wolfenson, Bob Gruen e JR Duran.

 

 

Confira algumas obras expostas na mostra 

 

 

Gabriel Wickbold 2020

Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP

Endereço: R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo

Quando: 11 de março a 23 de maio

Seguindo as novas medidas do governo de São Paulo para prevenção do Coronavírus, comunicamos que o Museu de Arte Brasileira de São Paulo – MAB- FAAP estará fechado de 17 de março a 17 de abril de 2020.

Horários: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h – última entrada às 18hAos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h – última entrada às 17h (Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Entrada Gratuita


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As séries autorais de Gabriel Wickbold são construídas por meio de narrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. Sustentabilidade, envelhecimento, tecnologia, conectividade, luz e corpo são algumas das temáticas exploradas pelo fotógrafo, que apresenta a individual “Gabriel Wickbold 2020”, no Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP), a partir de 11 de março. A mostra retrospectiva reúne mais de 100 obras que integram cinco das séries desenvolvidas pelo artista nos últimos 12 anos. São elas: “I am Light”, “Naïve”, “Sexual Colors”,”I am on-line” e “Sans Tache”.

Expoente da fotografia contemporânea, Gabriel Wickbold destaca-se pela estética de suas obras. O uso de cores extravagantes é um recurso que aplica para captar a atenção do público, que é convidado a adentrar em temáticas complexas da experiência humana por meio da dualidade entre fantasia e realidade. A primeira mostra institucional de Wickbold é marcada pelo uso da tecnologia e acontece como um desdobramento do livro homônimo que lançou no último ano durante a 15ª edição do Festival Internacional de Arte de São Paulo (SP-Arte).

Dividida em cinco salas do MAB FAAP, a mostra dedica um espaço para cada série, em um percurso que conecta o público à trajetória do artista por meio de seus trabalhos mais icônicos. “I am Light” (2018) converge pinturas humanas com a aplicação de glitter e tem como resultado telas com cores potentes, que criam efeitos de aura nos personagens. “Sans Tache” (2014) critica a relação do homem com o envelhecimento e provoca uma reflexão sobre as marcas de expressão e o uso abusivo de recursos de computação para manipular uma estética inatingível. Em “I am online” (2016), o fotógrafo discute o sufocamento causado pela alta conectividade com a internet e as máscaras que criamos para as redes sociais.

A individual no MAB FAAP é uma oportunidade para o público conhecer a pesquisa e estética do trabalho do artista, que já passou por importantes feiras no Brasil e no mundo. Espaço de prestígio, o Museu já recebeu outros relevantes nomes da fotografia como Mario Testino, Bob Wolfenson, Bob Gruen e JR Duran.

 

 

Confira algumas obras expostas na mostra 

 

 

Gabriel Wickbold 2020

Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP

Endereço: R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo

Quando: 11 de março a 23 de maio

Seguindo as novas medidas do governo de São Paulo para prevenção do Coronavírus, comunicamos que o Museu de Arte Brasileira de São Paulo – MAB- FAAP estará fechado de 17 de março a 17 de abril de 2020.

Horários: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h – última entrada às 18hAos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h – última entrada às 17h (Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

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Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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