FAAPCAST recebe a idealizadora do Fluxo Sem Tabu

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Ex-aluna do Colégio FAAP, Luana Escamilla, fundadora da ONG FLuxo Sem Tabu


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O FAAPCast desta semana teve como convidada a ex-aluna do Colégio FAAP, Luana Escamilla, fundadora da ONG Fluxo Sem Tabu, a qual atua no combate à pobreza menstrual no Brasil desde 2020. A fundadora teve essa ideia com apenas 16 anos, após assistir ao documentário “Absorvendo o Tabu”, que aborda a temática da pobreza menstrual em um vilarejo rural e patriarcal na Índia.  

Ao pesquisar sobre a falta de acesso a absorventes no Brasil, Luana percebeu como a pobreza menstrual era silenciada também aqui no nosso país e resolveu partir para a ação. “É muito importante a gente entender que a pobreza menstrual vai muito além da falta de absorvente, a pobreza menstrual é sim a falta de absorvente, mas é também a falta de informação, a falta de saneamento básico, a falta da gente falar sobre o assunto”, pontua a estudante de comunicação.  

O Fluxo Sem Tabu começou atendendo 700 pessoas na cidade de São Paulo e no decorrer desses dois anos realizou diversas iniciativas pelo Brasil somando hoje mais de 23 mil pessoas impactadas diretamente pela organização. Luana ainda esclarece “a gente tem que entender que a pobreza menstrual ela abrange muita coisa, ela tem uma dimensão de fatores que podem impactar, como por exemplo a educação. Meninas deixam de ir para a escola… O que adianta você ter um absorvente, mas você não ter uma água limpa e encanada para você se limpar, um acesso a chuveiro, então a gente tem que entender que é um problema amplo”. 

A ONG fornece absorventes e itens de higiene íntima num geral para as camadas mais vulneráveis da sociedade e, além disso, luta pela democratização do acesso à   informação sobre menstruação, higiene e corpo. Atualmente a rede conta com mais de 270 mil colaboradores, que vão desde voluntários, a parceiros e embaixadores, todos em prol de fazer o projeto acontecer.  

Caso você tenha interesse em fazer parte desse time, acesse o site oficial do Fluxo Sem Tabu e obtenha mais informações. Para assistir ao episódio de hoje com a Luana Escamilla, acesse o canal do FAAPCast no Youtube ou então, acompanhe através da plataforma Spotify.   


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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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