FAAPCAST | Ex-alunas compartilham experiências sobre o mundo da Animação

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Luiza Pugliesi, Ana Julia Ribeiro e Laura Folkman durante a entrevista | Foto: Marcos Anjos/FAAP


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Apresentado pela professora Ana Julia Ribeiro, o FAAPCAST recebeu, nesta quarta-feira, as ex-alunas do curso de Animação, Laura Orefice Folkmann e Luiza Pugliesi. Criadoras do premiado curta “Cadim” e de um novo projeto chamado “Absorta”, as animadoras dividiram todas as dificuldades que passaram durante a produção dos curtas e sobre os resultados positivos, além dos prêmios nacionais e internacionais, das obras produzidas pela dupla. 

Ao serem questionadas por Ana Julia sobre como escolher um festival para inscrever sua obra, Luiza Pugliesi responde que “qualquer festival vai te trazer uma visibilidade. O negócio é ser visto, independentemente de onde for”. 

Para todos os que desejam fazer animação, mas têm receio sobre as habilidades de desenho, a ex-aluna e produtora, Laura, divide que “A dedicação é o principal requisito para a animação. Não precisa saber desenhar. Ajuda, mas não precisa”. 

As alunas também compartilharam que “Cadim” nasceu com um desafio. A partir de uma música do cantor e compositor Cartola, Luiza conta que a letra e melodia de “Preciso me Encontrar” foi a principal inspiração para realização do curta, que tem a ambientação no Cerrado. Então, com o pitch aprovado, Laura e Luiza se juntam para a realização deste filme que segue ganhando prêmios até os dias de hoje. 

O próximo projeto da dupla se chama “Absorta”, em que dividem algumas dicas e observações sobre este projeto que puderam colocar todos os ensinamentos que aprenderam com “Cadim”. Além disso, compartilharam suas experiências no mundo da animação, com dicas, memórias da infância, a importância de referências e outros processos para um filme. 

Confira o episódio completo clicando aqui. 

O CURSO DE ANIMAÇÃO NA FAAP 

Na faculdade de Animação, estudantes desenvolvem habilidades e aprendem conhecimentos fundamentais para a indústria, como criação e direção de som, animação 2D, 3D e stop motion. Terá conhecimento pleno no desenvolvimento de games e interatividades. Mais que aptidões práticas, haverá o estímulo à pesquisa e à crítica; para a produção e descoberta de nichos no mercado de animação. Tudo tendo base nas teorias de arte, filosofia, antropologia, sociologia, psicologia, análise da imagem, mitologia mundial e brasileira. 


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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