FAAP PARTICIPA DA JORNADA DO PATRIMÔNIO REALIZADA PELA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SÃO PAULO

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Localizada no bairro de Higienópolis, em um dos prédios mais emblemáticos da região, a FAAP integrará a programação da Jornada do Patrimônio – Uma Cidade, Muitas Mãos, que está sendo organizada pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e movimentará a capital nos dias 18 e 19 de agosto.

 Durante esses dois dias, o público poderá conhecer o interior do prédio, projetado pelo francês Auguste Perret, um dos mais importantes arquitetos da primeira metade do século XX.

 Especialmente para a ocasião, será remontada a exposição “Abrindo Arquivos” que revela a importância de Auguste Perret para a arquitetura moderna. A mostra traz as plantas originais, cartas, livros, revistas, croquis, imagens e outros documentos que apresentam a concretização do edifício da FAAP, reconhecido, principalmente, por abrigar um painel de vitrais assinados por artistas como Lasar Segall, Candido Portinari, Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, entre outros.

O edifício-sede da FAAP é a única obra de Perret no Brasil e – possivelmente – na América Latina. O arquiteto foi pioneiro na utilização do concreto armado.

A Fundação estará aberta para visitação nos dias 18 e 19/8, das 10h às 18h, ocorrendo uma visita guiada sempre às 12h. Toda a programação da Jornada do Patrimônio é gratuita e tem o objetivo de aproximar a população dos espaços históricos ou com valor afetivo que fazem parte da história da cidade. Ao todo, serão realizadas mais de 300 atividades por São Paulo.

 

O início de tudo

 

A história do edifício-sede da FAAP tem início no ano de 1938, quando o conde Armando Alvares Penteado registrou em seu testamento a vontade de criar uma escola de artes e uma pinacoteca. Ao falecer, em 1947, coube a D. Annie Alvares Penteado, sua esposa, dar continuidade a esse desejo, criando a instituição que levaria seu nome.

Armando Alvares Penteado havia deixado um esboço do projeto arquitetônico da FAAP, que foi aprimorado em estudo preliminar pelo arquiteto franco-polonês radicado no Brasil Antoni Wincenty Dygat (1886-1949) e, a pedido de D. Annie, encaminhado a Auguste Perret, em 1947. Em 1949, o projeto definitivo ficou a cargo dos irmãos Perret, da empresa Frères Perret: Auguste (1874-1954), Gustave (1876-1952) e Claude (1880-1960).

As obras dos irmãos Perret têm um significado muito abrangente, indo da teoria da arquitetura ao desenvolvimento de processos de construção inovadores.

A exposição do MAB FAAP traz novamente à tona a arquitetura perretiana, por muito tempo estigmatizada e vista com desconfiança por sua estética evidentemente clássica, seus vínculos com o historicismo e por fugir dos padrões modernistas mais disseminados.

 

CLIQUE AQUI PARA MAIS INFORMAÇÕES.

 

Jornada do Patrimônio – programação na FAAP

Datas: 18 e 19 de agosto de 2018

Horário: das 10h às 18h – visita guiada às 12h

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Entrada gratuita


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Localizada no bairro de Higienópolis, em um dos prédios mais emblemáticos da região, a FAAP integrará a programação da Jornada do Patrimônio – Uma Cidade, Muitas Mãos, que está sendo organizada pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e movimentará a capital nos dias 18 e 19 de agosto.

 Durante esses dois dias, o público poderá conhecer o interior do prédio, projetado pelo francês Auguste Perret, um dos mais importantes arquitetos da primeira metade do século XX.

 Especialmente para a ocasião, será remontada a exposição “Abrindo Arquivos” que revela a importância de Auguste Perret para a arquitetura moderna. A mostra traz as plantas originais, cartas, livros, revistas, croquis, imagens e outros documentos que apresentam a concretização do edifício da FAAP, reconhecido, principalmente, por abrigar um painel de vitrais assinados por artistas como Lasar Segall, Candido Portinari, Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, entre outros.

O edifício-sede da FAAP é a única obra de Perret no Brasil e – possivelmente – na América Latina. O arquiteto foi pioneiro na utilização do concreto armado.

A Fundação estará aberta para visitação nos dias 18 e 19/8, das 10h às 18h, ocorrendo uma visita guiada sempre às 12h. Toda a programação da Jornada do Patrimônio é gratuita e tem o objetivo de aproximar a população dos espaços históricos ou com valor afetivo que fazem parte da história da cidade. Ao todo, serão realizadas mais de 300 atividades por São Paulo.

 

O início de tudo

 

A história do edifício-sede da FAAP tem início no ano de 1938, quando o conde Armando Alvares Penteado registrou em seu testamento a vontade de criar uma escola de artes e uma pinacoteca. Ao falecer, em 1947, coube a D. Annie Alvares Penteado, sua esposa, dar continuidade a esse desejo, criando a instituição que levaria seu nome.

Armando Alvares Penteado havia deixado um esboço do projeto arquitetônico da FAAP, que foi aprimorado em estudo preliminar pelo arquiteto franco-polonês radicado no Brasil Antoni Wincenty Dygat (1886-1949) e, a pedido de D. Annie, encaminhado a Auguste Perret, em 1947. Em 1949, o projeto definitivo ficou a cargo dos irmãos Perret, da empresa Frères Perret: Auguste (1874-1954), Gustave (1876-1952) e Claude (1880-1960).

As obras dos irmãos Perret têm um significado muito abrangente, indo da teoria da arquitetura ao desenvolvimento de processos de construção inovadores.

A exposição do MAB FAAP traz novamente à tona a arquitetura perretiana, por muito tempo estigmatizada e vista com desconfiança por sua estética evidentemente clássica, seus vínculos com o historicismo e por fugir dos padrões modernistas mais disseminados.

 

CLIQUE AQUI PARA MAIS INFORMAÇÕES.

 

Jornada do Patrimônio – programação na FAAP

Datas: 18 e 19 de agosto de 2018

Horário: das 10h às 18h – visita guiada às 12h

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

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Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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