EVENTO REÚNE ESPECIALISTAS DE SÃO PAULO, SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, RIBEIRÃO PRETO PARA DEBATER A NOVA REALIDADE DO MERCADO DE TRABALHO, DIANTE DO CENÁRIO DE INCERTEZAS PROVOCADO PELA PANDEMIA DA COVID-19

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A Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) reunirá no próximo dia 25 de fevereiro (quinta-feira) executivos, professores e especialistas em educação para debater qual é o tipo de conhecimento que as instituições de ensino, profissionais e empresas buscam, diante de um cenário de incertezas provocado pela pandemia da Covid-19.

Com o tema “Lifelong Learning: vida e carreira num mundo competitivo e incerto”, o FAAP Summit será transmitido ao vivo pelo canal da FAAP no Youtube. O evento será mediado pelo gestor do campus da FAAP em São José dos Campos, Rodolfo Arantes, com a participação especial de Luiz Felipe Pondé, filósofo, escritor, vice-diretor do Curso de Comunicação da FAAP e diretor do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP.

Os debates ainda têm as participações confirmadas de Alexandre Murat, diretor de Mercado de Educação Continuada da Quero Educação, André Ali Mere, CEO do Grupo JP, Caetano Biagi, CEO da Alliage, Luis Namura, presidente da Vitae Brasil, e de Robson Souza, gerente executivo de Recursos Humanos da CAOA Chery no Vale do Paraíba.

“Nos dias de hoje, quem entende a importância de desenvolvimento constante passa a ser um aprendiz ao longo da vida e busca de forma ativa os conhecimentos que podem ajudar na vida pessoal e na carreira. Essa é uma atitude muito valorizada pelo mercado de trabalho. Reunimos profissionais com diferentes visões para auxiliar na tomada de decisão por parte de quem está em dúvida sobre qual caminho seguir”, afirma Rodolfo Arantes.

Aprendizado constante

O lifelong learning é uma filosofia que defende que o conhecimento não deve ser limitado a um processo de início, meio e fim, como ocorre no ensino formal ou cursos tradicionais. O conceito está apoiado em quatro pilares: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.

Confira o perfil dos participantes

•Alexandre Murat: diretor de Mercado de Educação Continuada da Quero Educação. Graduação em Administração pela FEA-UPS, com MBA em Marketing pela FGV.

•André Ali Mere: CEO do Grupo JP. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais e em Administração de Empresas, pela Universidade de Ribeirão Preto, com pós-graduação em Direito pela UNESP.

•Caetano Biagi: CEO da Alliage, conselheiro titular da ABIMO, conselheiro do Instituto de Estudos Avançados da USP Ribeirão Preto. Engenheiro mecânico pela USP São Carlos, com MBA pela Fundação Dom Cabral.

 •Luiz Felipe Pondé: filósofo, escritor, vice-diretor do curso de Comunicação da FAAP, diretor do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP e colunista da Folha de S. Paulo.

•Luis Namura: presidente da Vitae Brasil. Engenheiro formado pelo ITA, especialista em Marketing e Administração de Empresas, com MBA em Franshising pela Louisiana State University.

•Robson Souza: gerente executivo de Recursos Humanos da CAOA Chery no Vale do Paraíba. Bacharel em Direito, pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), com pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas, pelo Mackenzie.

•Rodolfo R. Arantes: Coordenador da FAAP de São José dos Campos. Economista, pós-graduado em Administração de Empresas e com MBA em Gestão Estratégica de Negócios.

 

FAÇA AQUI A SUA INSCRIÇÃO

 

O FAAP SUMMIT acontecerá, ao vivo, pelo canal da FAAP no Youtube. As instruções de acesso serão fornecidas pela organização próximo ao início do even


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A Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) reunirá no próximo dia 25 de fevereiro (quinta-feira) executivos, professores e especialistas em educação para debater qual é o tipo de conhecimento que as instituições de ensino, profissionais e empresas buscam, diante de um cenário de incertezas provocado pela pandemia da Covid-19.

Com o tema “Lifelong Learning: vida e carreira num mundo competitivo e incerto”, o FAAP Summit será transmitido ao vivo pelo canal da FAAP no Youtube. O evento será mediado pelo gestor do campus da FAAP em São José dos Campos, Rodolfo Arantes, com a participação especial de Luiz Felipe Pondé, filósofo, escritor, vice-diretor do Curso de Comunicação da FAAP e diretor do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP.

Os debates ainda têm as participações confirmadas de Alexandre Murat, diretor de Mercado de Educação Continuada da Quero Educação, André Ali Mere, CEO do Grupo JP, Caetano Biagi, CEO da Alliage, Luis Namura, presidente da Vitae Brasil, e de Robson Souza, gerente executivo de Recursos Humanos da CAOA Chery no Vale do Paraíba.

“Nos dias de hoje, quem entende a importância de desenvolvimento constante passa a ser um aprendiz ao longo da vida e busca de forma ativa os conhecimentos que podem ajudar na vida pessoal e na carreira. Essa é uma atitude muito valorizada pelo mercado de trabalho. Reunimos profissionais com diferentes visões para auxiliar na tomada de decisão por parte de quem está em dúvida sobre qual caminho seguir”, afirma Rodolfo Arantes.

Aprendizado constante

O lifelong learning é uma filosofia que defende que o conhecimento não deve ser limitado a um processo de início, meio e fim, como ocorre no ensino formal ou cursos tradicionais. O conceito está apoiado em quatro pilares: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.

Confira o perfil dos participantes

•Alexandre Murat: diretor de Mercado de Educação Continuada da Quero Educação. Graduação em Administração pela FEA-UPS, com MBA em Marketing pela FGV.

•André Ali Mere: CEO do Grupo JP. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais e em Administração de Empresas, pela Universidade de Ribeirão Preto, com pós-graduação em Direito pela UNESP.

•Caetano Biagi: CEO da Alliage, conselheiro titular da ABIMO, conselheiro do Instituto de Estudos Avançados da USP Ribeirão Preto. Engenheiro mecânico pela USP São Carlos, com MBA pela Fundação Dom Cabral.

 •Luiz Felipe Pondé: filósofo, escritor, vice-diretor do curso de Comunicação da FAAP, diretor do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP e colunista da Folha de S. Paulo.

•Luis Namura: presidente da Vitae Brasil. Engenheiro formado pelo ITA, especialista em Marketing e Administração de Empresas, com MBA em Franshising pela Louisiana State University.

•Robson Souza: gerente executivo de Recursos Humanos da CAOA Chery no Vale do Paraíba. Bacharel em Direito, pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), com pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas, pelo Mackenzie.

•Rodolfo R. Arantes: Coordenador da FAAP de São José dos Campos. Economista, pós-graduado em Administração de Empresas e com MBA em Gestão Estratégica de Negócios.

 

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


Moda

Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

A aluna Nayara Pereira de Souza, do curso de Moda da FAAP, foi selecionada como finalista do Concurso Sou de Algodão, representando a região Sudeste na etapa final do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores.  “O concurso é direcionado exclusivamente a estudantes de moda de instituições brasileiras reconhecidas pelo MEC. Assim, ter uma aluna da FAAP entre os finalistas é uma vitrine enorme, tanto para o nosso curso quanto para carreira profissional dessa aluna”, destaca a professora Juliana Schmitt.  Ao todo, são cinco finalistas – uma de cada região do país – que irão apresentar, em novembro de 2026, suas coleções completas com seis looks na 59ª edição da Casa de Criadores, um dos mais importantes eventos da moda brasileira.  “Me sinto muito feliz e privilegiada sabendo que o meu projeto teve potencial para chegar aos finalistas. A FAAP teve um papel fundamental na minha inscrição, porque, através dela, eu pude desenvolver o meu lado criativo e técnico e chegar no projeto que temos hoje”, afirma a estudante Nayara.   Na etapa final, todos os tecidos serão fornecidos por marcas parceiras do movimento Sou de Algodão. As coleções serão avaliadas por uma banca formada por profissionais de destaque no mercado, que observará critérios como acabamento, originalidade, conceito e apresentação, além da forma como o desfile é desenvolvido.  A classificação de Nayara reforça a qualidade da formação em Moda da FAAP e o compromisso da instituição em incentivar a participação dos alunos em concursos e projetos que aproximam o ambiente acadêmico do cenário profissional da moda no

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