ESTUDO DA FAAP E EMPLIFI INDICA QUE PERFIS DEDICADOS À POLÍTICA CRESCEM NO INSTAGRAM

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Desenvolvida trimestralmente pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD-FAAP), em parceria com a Emplifi, a pesquisa Mídias Sociais 360o (#MS360FAAP) indica que, nos últimos três meses de 2021, as marcas tiveram um crescimento de 2,68% no número de seguidores no Instagram, na comparação com o trimestre anterior (julho a setembro). Esse movimento já havia sido observado no último relatório, quando essa mesma categoria obteve um número de fãs maior do que os Influenciadores. 

A categoria Sociedade, que engloba temas políticos, também mostrou uma movimentação diferente no último trimestre de 2021, com um crescimento de 2,66%. Para o professor da FAAP, Thiago Costa, um dos analistas do estudo, esse aumento chama especial atenção porque os assuntos mais polêmicos não tinham tanto espaço no Instagram. “Esse cenário mudou especialmente durante a pandemia e, com as eleições deste ano, a tendência é de que surjam mais perfis dedicados à política. Também acredito que haverá um crescimento maior dos já existentes”, comenta. 

O professor lembra que haverá, no entanto, a preocupação com a difusão de desinformação, as chamadas fake news, visto que os posts mais criados são de fotos, ou seja, não permitem tanto texto na descrição, reduzindo as possibilidades de aprofundamento das discussões. 

O estudo da FAAP mostra, ainda, que as mensagens de festas e campanhas de conscientização dominaram o Instagram no quarto trimestre de 2021. Entre as 20 hashtags mais usadas em outubro, novembro e dezembro, a primeira foi #natal, seguida por #outubrorosa (de combate ao câncer de mama). Também constam na lista #novembroazul (de combate ao câncer de próstata) e #boasfestas. 

Facebook 

O último trimestre de 2021 no Facebook não trouxe grandes alterações em relação ao restante do ano. Havia uma expectativa de aumento da interatividade, uma vez que seria período de férias e com mais pessoas em tempo livre. Mas isso não se verificou. Em relação à quantidade de postagens, o que se pode destacar é que o Facebook tem maior volume semanal do que o Instagram. 

“É possível associar esse fato aos stories. Ainda que a ferramenta também esteja disponível na plataforma “mãe” da Meta, é no Instagram que ela se consolidou e é mais frequentemente usada pelas marcas de diferentes categorias”, explica o Prof. Eric Messa, coordenador do NiMD-FAAP. 

É importante notar, também, que apesar de ter sido uma diminuição leve e de pouco impacto, houve queda no número de fãs de todas as categorias no último trimestre de 2021, na comparação com o período imediatamente anterior. “Olhar apenas o número de seguidores é um erro clássico da análise de redes sociais”, observa o professor Thiago. 

Segundo ele, o número realmente importante é o de interação e, nesse quesito, a categoria “Varejo” é o grande destaque, o que era esperado, visto que o período analisado contabiliza a Black Friday e o Natal.

Isso também é evidenciado com a mediana de interações das páginas de eletrônicos, que passaram de 20 mil no último trimestre de 2021.Outro ponto do levantamento que vale ressaltar é a relação entre o tipo de posts feitos e as interações. As postagens de fotos recebem mais interatividade do público e, ao mesmo tempo, são as que mais são feitas no Facebook. 

Realizado desde 2014, o relatório Mídias Sociais 360o (#MS360FAAP) passou a ser apresentado no final de 2021 em um novo formato. Publicado a cada três meses, o estudo traz resultados mensurados com base em todos os perfis cadastrados na plataforma, dentro de cada categoria. 

O estudo completo pode ser conferido no site do NiMD-FAAP


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Desenvolvida trimestralmente pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD-FAAP), em parceria com a Emplifi, a pesquisa Mídias Sociais 360o (#MS360FAAP) indica que, nos últimos três meses de 2021, as marcas tiveram um crescimento de 2,68% no número de seguidores no Instagram, na comparação com o trimestre anterior (julho a setembro). Esse movimento já havia sido observado no último relatório, quando essa mesma categoria obteve um número de fãs maior do que os Influenciadores. 

A categoria Sociedade, que engloba temas políticos, também mostrou uma movimentação diferente no último trimestre de 2021, com um crescimento de 2,66%. Para o professor da FAAP, Thiago Costa, um dos analistas do estudo, esse aumento chama especial atenção porque os assuntos mais polêmicos não tinham tanto espaço no Instagram. “Esse cenário mudou especialmente durante a pandemia e, com as eleições deste ano, a tendência é de que surjam mais perfis dedicados à política. Também acredito que haverá um crescimento maior dos já existentes”, comenta. 

O professor lembra que haverá, no entanto, a preocupação com a difusão de desinformação, as chamadas fake news, visto que os posts mais criados são de fotos, ou seja, não permitem tanto texto na descrição, reduzindo as possibilidades de aprofundamento das discussões. 

O estudo da FAAP mostra, ainda, que as mensagens de festas e campanhas de conscientização dominaram o Instagram no quarto trimestre de 2021. Entre as 20 hashtags mais usadas em outubro, novembro e dezembro, a primeira foi #natal, seguida por #outubrorosa (de combate ao câncer de mama). Também constam na lista #novembroazul (de combate ao câncer de próstata) e #boasfestas. 

Facebook 

O último trimestre de 2021 no Facebook não trouxe grandes alterações em relação ao restante do ano. Havia uma expectativa de aumento da interatividade, uma vez que seria período de férias e com mais pessoas em tempo livre. Mas isso não se verificou. Em relação à quantidade de postagens, o que se pode destacar é que o Facebook tem maior volume semanal do que o Instagram. 

“É possível associar esse fato aos stories. Ainda que a ferramenta também esteja disponível na plataforma “mãe” da Meta, é no Instagram que ela se consolidou e é mais frequentemente usada pelas marcas de diferentes categorias”, explica o Prof. Eric Messa, coordenador do NiMD-FAAP. 

É importante notar, também, que apesar de ter sido uma diminuição leve e de pouco impacto, houve queda no número de fãs de todas as categorias no último trimestre de 2021, na comparação com o período imediatamente anterior. “Olhar apenas o número de seguidores é um erro clássico da análise de redes sociais”, observa o professor Thiago. 

Segundo ele, o número realmente importante é o de interação e, nesse quesito, a categoria “Varejo” é o grande destaque, o que era esperado, visto que o período analisado contabiliza a Black Friday e o Natal.

Isso também é evidenciado com a mediana de interações das páginas de eletrônicos, que passaram de 20 mil no último trimestre de 2021.Outro ponto do levantamento que vale ressaltar é a relação entre o tipo de posts feitos e as interações. As postagens de fotos recebem mais interatividade do público e, ao mesmo tempo, são as que mais são feitas no Facebook. 

Realizado desde 2014, o relatório Mídias Sociais 360o (#MS360FAAP) passou a ser apresentado no final de 2021 em um novo formato. Publicado a cada três meses, o estudo traz resultados mensurados com base em todos os perfis cadastrados na plataforma, dentro de cada categoria. 

O estudo completo pode ser conferido no site do NiMD-FAAP


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


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