ESPECIALISTAS TRAÇAM POSSÍVEIS PERSPECTIVAS PARA A ECONOMIA BRASILEIRA DURANTE A SEMANA DE ECONOMIA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA FAAP

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A partir de 29 de agosto, a FAAP abre a Semana de Economia e Relações Internacionais 2017, com o objetivo de analisar o clima no País, tentar entender o processo político que move a economia do Brasil e discutir as possíveis perspectivas. O evento, que é aberto ao público, reúne um grande time de especialistas e termina na quinta-feira, 31 de agosto.

Entre os palestrantes, o embaixador e professor da Faculdade de Economia da FAAP, Rubens Ricupero; o gerente de Economia e Pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (APAS), Rodrigo Mariano; o economista da Associação Comercial de São Paulo, Ulisses Monteiro Ruiz de Gamboa; a professora e pesquisadora em Economia, Roberta Muramatsu; o pesquisador das áreas de Sociologia Brasileira, do Pensamento Político Brasileiro e do Estado e do Desenvolvimento no Brasil, Rogério Batistini; e o CEO do Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista.

Os especialistas abordarão temas como os impactos econômicos sobre o setor supermercadista do Estado de São Paulo; a conjuntura econômica brasileira e seus efeitos sobre a atividade comercial; as características do financiamento privado da campanha eleitoral nas eleições presidenciais de 2014, sob as lentes combinadas da teoria da escolha pública e da escola austríaca de economia; os impactos positivos e negativos do Mercosul na economia brasileira; a política externa brasileira e seus impactos nas decisões econômicas; e a dinâmica de relações na Bitcoin – uma rede descentralizada e autogovernada.

Confira a programação


SEMANA DE ECONOMIA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA FAAP

Data: 29, 30 e 31 de agosto

Horário: vide programação

Local: manhã – Centro de Convenções da FAAP – Prédio 5

          noite – Auditório 2 da FAAP – Prédio 3

Mais informações: 3662.7352


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A partir de 29 de agosto, a FAAP abre a Semana de Economia e Relações Internacionais 2017, com o objetivo de analisar o clima no País, tentar entender o processo político que move a economia do Brasil e discutir as possíveis perspectivas. O evento, que é aberto ao público, reúne um grande time de especialistas e termina na quinta-feira, 31 de agosto.

Entre os palestrantes, o embaixador e professor da Faculdade de Economia da FAAP, Rubens Ricupero; o gerente de Economia e Pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (APAS), Rodrigo Mariano; o economista da Associação Comercial de São Paulo, Ulisses Monteiro Ruiz de Gamboa; a professora e pesquisadora em Economia, Roberta Muramatsu; o pesquisador das áreas de Sociologia Brasileira, do Pensamento Político Brasileiro e do Estado e do Desenvolvimento no Brasil, Rogério Batistini; e o CEO do Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista.

Os especialistas abordarão temas como os impactos econômicos sobre o setor supermercadista do Estado de São Paulo; a conjuntura econômica brasileira e seus efeitos sobre a atividade comercial; as características do financiamento privado da campanha eleitoral nas eleições presidenciais de 2014, sob as lentes combinadas da teoria da escolha pública e da escola austríaca de economia; os impactos positivos e negativos do Mercosul na economia brasileira; a política externa brasileira e seus impactos nas decisões econômicas; e a dinâmica de relações na Bitcoin – uma rede descentralizada e autogovernada.

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Data: 29, 30 e 31 de agosto

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

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