Anual de Arte FAAP abre ao público no dia 30 de novembro


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Uma das mais tradicionais mostras coletivas de arte contemporânea do circuito paulista, a Anual de Arte FAAP retoma as atividades após dois anos de interrupção provocada pela pandemia de Covid-19. Com abertura ao público prevista para 30 de novembro, a exposição reunirá, em sua 52ª edição, trabalhos em diferentes linguagens, como pinturas, desenhos, vídeos, videoperformances, gravuras, fotografias, publicações, entre outros. 

As obras foram desenvolvidas por estudantes da FAAP, que participaram do processo de seleção que considerou, entre vários critérios, a potencialidade dos trabalhos, as referências utilizadas, além da ampliação e superação desses referenciais. 

A exposição contará com outra sala na qual serão exibidos trabalhos de artistas formados pela FAAP nos dois últimos anos e que não puderam participar devido à interrupção decorrente da pandemia. Nesse espaço, serão apresentadas seis obras selecionadas.

Artista Convidada 

Como ocorre nas edições da Anual de Arte FAAP, desde 2012, há uma sala especial dedicada aos artistas que estiveram na Residência Artística FAAP – Paris, no período anterior ao da mostra. O Programa de residência da FAAP seleciona todo semestre estudantes, artistas formados pela instituição ou professores para ocupar o estúdio 1422, que a instituição mantém desde 1997 na Cité Internationale des Arts, uma residência internacional localizada às margens do Rio Sena. 

Nesta edição, a mostra contará com a participação da artista Giulia Bianchi, que vai apresentar uma seleção das pinturas realizadas, além de material documental do processo desenvolvido durante sua estada de seis meses na Residência, onde deu continuidade às suas pesquisas para o projeto de pinturas Festin de Peintures

Formada em Artes Visuais pela FAAP, Giulia estudou pintura com o artista Paulo Whitaker e trabalhou com Henrique Oliveira. Fez parte do workshop intensivo em desenho Procedência & Propriedade, ministrado por Charles Watson, e integrou o grupo de estudos do artista Thiago Honório e da curadora Ana Paula Cohen. 

Atualmente, por meio de desenho, instalação e pintura, investiga o que ela identifica como “elementos que podem ser considerados naturais, que se encontram na natureza”, além do interesse pelo que ela entende ser a “pele do mundo”. A artista também dialoga com referências da história e do mundo contemporâneo, a partir dos gêneros tradicionais da pintura. 

Anote na agenda – Anual de Arte FAAP

Período de visitação: de 30 de novembro a 12 de fevereiro de 2023 

Horário: Segundas, quartas, quintas e sextas das 10h às 18h – última entrada às 17h30.Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h – última entrada às 17h30. 

Fechado todas as terças-feiras, mesmo quando feriado. 

Local: Salão Cultural – MAB FAAP


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Uma das mais tradicionais mostras coletivas de arte contemporânea do circuito paulista, a Anual de Arte FAAP retoma as atividades após dois anos de interrupção provocada pela pandemia de Covid-19. Com abertura ao público prevista para 30 de novembro, a exposição reunirá, em sua 52ª edição, trabalhos em diferentes linguagens, como pinturas, desenhos, vídeos, videoperformances, gravuras, fotografias, publicações, entre outros. 

As obras foram desenvolvidas por estudantes da FAAP, que participaram do processo de seleção que considerou, entre vários critérios, a potencialidade dos trabalhos, as referências utilizadas, além da ampliação e superação desses referenciais. 

A exposição contará com outra sala na qual serão exibidos trabalhos de artistas formados pela FAAP nos dois últimos anos e que não puderam participar devido à interrupção decorrente da pandemia. Nesse espaço, serão apresentadas seis obras selecionadas.

Artista Convidada 

Como ocorre nas edições da Anual de Arte FAAP, desde 2012, há uma sala especial dedicada aos artistas que estiveram na Residência Artística FAAP – Paris, no período anterior ao da mostra. O Programa de residência da FAAP seleciona todo semestre estudantes, artistas formados pela instituição ou professores para ocupar o estúdio 1422, que a instituição mantém desde 1997 na Cité Internationale des Arts, uma residência internacional localizada às margens do Rio Sena. 

Nesta edição, a mostra contará com a participação da artista Giulia Bianchi, que vai apresentar uma seleção das pinturas realizadas, além de material documental do processo desenvolvido durante sua estada de seis meses na Residência, onde deu continuidade às suas pesquisas para o projeto de pinturas Festin de Peintures

Formada em Artes Visuais pela FAAP, Giulia estudou pintura com o artista Paulo Whitaker e trabalhou com Henrique Oliveira. Fez parte do workshop intensivo em desenho Procedência & Propriedade, ministrado por Charles Watson, e integrou o grupo de estudos do artista Thiago Honório e da curadora Ana Paula Cohen. 

Atualmente, por meio de desenho, instalação e pintura, investiga o que ela identifica como “elementos que podem ser considerados naturais, que se encontram na natureza”, além do interesse pelo que ela entende ser a “pele do mundo”. A artista também dialoga com referências da história e do mundo contemporâneo, a partir dos gêneros tradicionais da pintura. 

Anote na agenda – Anual de Arte FAAP

Período de visitação: de 30 de novembro a 12 de fevereiro de 2023 

Horário: Segundas, quartas, quintas e sextas das 10h às 18h – última entrada às 17h30.Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h – última entrada às 17h30. 

Fechado todas as terças-feiras, mesmo quando feriado. 

Local: Salão Cultural – MAB FAAP

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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