ALUNOS DA FAAP PARTICIPAM DE MISSÃO ESTUDANTIL NA CHINA

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Três semanas imersos na cultural local, treinando chinês com nativos e vivenciando o dia a dia das cidades. Essa foi a proposta da missão estudantil organizada pelo Instituto Confúcio para Negócios da FAAP, que levou um grupo de 24 alunos para a China.

Durante a missão estudantil da instituição, os estudantes conheceram as cidades de Shanghai, Hangzhou, Xi’an e Beijing.

Além de participarem de palestras com empresas chinesas como Alibaba, de e-commerce; como Huawei, de telecomunicações e China Railway Construction Corporation, de construção civil, os alunos fizeram atividades como passeio de bicicleta na muralha da cidade de Xi’an; assistiram à tradicional Ópera de Pequim; aprenderam a fazer pintura chinesa; encontraram-se com os mestres de Kung Fu no templo do Céu; visitaram a Cidade Proibida; a Grande Muralha; o Hanban (matriz do Instituto Confúcio na China); o parque Jingshan, entre outras. Os estudantes tiveram, ainda, a possibilidade de fazer a prova de proficiência em língua chinesa HSK, reconhecida no mundo todo.

Durante os passeios, o idioma não foi um entrave para os alunos, que fazem aula de chinês nas sedes do Instituto Confúcio instaladas nos campi da FAAP em São Paulo e em Ribeirão Preto. Por conta disso, parte dos custos da viagem foi patrocinada pelo Hanban – matriz do Confúcio na China – da qual a unidade da FAAP faz parte.Esta foi a terceira missão estudantil da FAAP para a China.

Confira aqui algumas fotos das atividades.

 


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Três semanas imersos na cultural local, treinando chinês com nativos e vivenciando o dia a dia das cidades. Essa foi a proposta da missão estudantil organizada pelo Instituto Confúcio para Negócios da FAAP, que levou um grupo de 24 alunos para a China.

Durante a missão estudantil da instituição, os estudantes conheceram as cidades de Shanghai, Hangzhou, Xi’an e Beijing.

Além de participarem de palestras com empresas chinesas como Alibaba, de e-commerce; como Huawei, de telecomunicações e China Railway Construction Corporation, de construção civil, os alunos fizeram atividades como passeio de bicicleta na muralha da cidade de Xi’an; assistiram à tradicional Ópera de Pequim; aprenderam a fazer pintura chinesa; encontraram-se com os mestres de Kung Fu no templo do Céu; visitaram a Cidade Proibida; a Grande Muralha; o Hanban (matriz do Instituto Confúcio na China); o parque Jingshan, entre outras. Os estudantes tiveram, ainda, a possibilidade de fazer a prova de proficiência em língua chinesa HSK, reconhecida no mundo todo.

Durante os passeios, o idioma não foi um entrave para os alunos, que fazem aula de chinês nas sedes do Instituto Confúcio instaladas nos campi da FAAP em São Paulo e em Ribeirão Preto. Por conta disso, parte dos custos da viagem foi patrocinada pelo Hanban – matriz do Confúcio na China – da qual a unidade da FAAP faz parte.Esta foi a terceira missão estudantil da FAAP para a China.

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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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