AINDA É POSSÍVEL FAZER INSCRIÇÃO NO PROJETO MEZANINO ABERTO 2023

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O MAB FAAP recebe até 31 de agosto as inscrições para o projeto “Mezanino Aberto 2023”, que selecionará um artista para expor seus trabalhos de março a abril do próximo ano. Podem participar artistas formados pela FAAP, professores ou pessoas que fizeram parte da história da instituição, como os ex-professores. É necessário ter pelo menos 10 anos de atuação no cenário artístico. 

O objetivo do projeto é prestigiar esses artistas, dando a oportunidade de mostrar suas obras ao público. Além do espaço para exposição, o artista terá uma verba para produção, equipe para montagem, identidade visual, orientador de público, entre outros apoios.O processo de inscrição é a primeira de três fases. O candidato deve apresentar um texto descrevendo e justificando o seu projeto, a lista de obras que irá compor sua participação, currículo e proposta de cenografia, além do regulamento assinado. Essa fase vai até 30 de agosto. 

A segunda e terceiras fases compreendem a seleção e a divulgação do resultado, que ocorrerá em setembro de 2022. A terceira parte será a implementação do projeto, em 2023. 

Mais informações podem ser encontradas no regulamento, disponível no site do MAB FAAP

Outros detalhes sobre as inscrições também podem ser obtidos pelo e-mail museu.adm@faap.br

Contemplados 

Paulo Almeida foi o primeiro artista selecionado do projeto Mezanino Aberto, no concurso lançado em 2020. O artista apresentou em 2021 a instalação “Da Coleção: 1961 – 2021”, composta por três telas pintadas exclusivamente para a mostra. Formado em Artes Visuais pela FAAP, Almeida já teve suas obras expostas em diversos países e ganhou prêmios como o 15º Cultura Inglesa Festival. 

Em 2022, o contemplado foi Laerte Ramos, que expôs uma série de xilogravuras desenvolvida durante 18 anos (2000 – 2018), denominada “Sobre Rodas”. A obra apresentou diversos maquinários imaginados sobre rodas, que sofreram transformações ao longo de aproximadamente duas décadas de produção. O artista, formado em Artes Visuais pela FAAP, já participou de importantes mostras coletivas e, nos últimos 25 anos, realizou diversas exposições individuais, no Brasil e no exterior. Recentemente, representou o Brasil na Expo Milano 2015.


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O MAB FAAP recebe até 31 de agosto as inscrições para o projeto “Mezanino Aberto 2023”, que selecionará um artista para expor seus trabalhos de março a abril do próximo ano. Podem participar artistas formados pela FAAP, professores ou pessoas que fizeram parte da história da instituição, como os ex-professores. É necessário ter pelo menos 10 anos de atuação no cenário artístico. 

O objetivo do projeto é prestigiar esses artistas, dando a oportunidade de mostrar suas obras ao público. Além do espaço para exposição, o artista terá uma verba para produção, equipe para montagem, identidade visual, orientador de público, entre outros apoios.O processo de inscrição é a primeira de três fases. O candidato deve apresentar um texto descrevendo e justificando o seu projeto, a lista de obras que irá compor sua participação, currículo e proposta de cenografia, além do regulamento assinado. Essa fase vai até 30 de agosto. 

A segunda e terceiras fases compreendem a seleção e a divulgação do resultado, que ocorrerá em setembro de 2022. A terceira parte será a implementação do projeto, em 2023. 

Mais informações podem ser encontradas no regulamento, disponível no site do MAB FAAP

Outros detalhes sobre as inscrições também podem ser obtidos pelo e-mail museu.adm@faap.br

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Paulo Almeida foi o primeiro artista selecionado do projeto Mezanino Aberto, no concurso lançado em 2020. O artista apresentou em 2021 a instalação “Da Coleção: 1961 – 2021”, composta por três telas pintadas exclusivamente para a mostra. Formado em Artes Visuais pela FAAP, Almeida já teve suas obras expostas em diversos países e ganhou prêmios como o 15º Cultura Inglesa Festival. 

Em 2022, o contemplado foi Laerte Ramos, que expôs uma série de xilogravuras desenvolvida durante 18 anos (2000 – 2018), denominada “Sobre Rodas”. A obra apresentou diversos maquinários imaginados sobre rodas, que sofreram transformações ao longo de aproximadamente duas décadas de produção. O artista, formado em Artes Visuais pela FAAP, já participou de importantes mostras coletivas e, nos últimos 25 anos, realizou diversas exposições individuais, no Brasil e no exterior. Recentemente, representou o Brasil na Expo Milano 2015.


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


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