Semana de Economia 2009

Os fatores que mudaram a imagem do Brasil no mundo foram o foco central da Semana de Economia. 

De 17 a 21 de agosto de 2009, o Curso de Economia promoveu sua tradicional semana acadêmica, com a participação de alunos e professores dos seus dois cursos: Ciências Econômicas e Relações Internacionais. Como tema geral, a edição de 2009 da Semana da Economia focalizou os fatores que contribuíram para a melhora recente da imagem do Brasil no mundo: a redemocratização, a abertura da economia e a estabilização monetária.

O programa da Semana da Economia foi o seguinte:

Floriano Pesaro

A Semana de Economia foi iniciada com a palestra do vereador Floriano Pesaro. Na Câmara Municipal de São Paulo, Floriano Pesaro é vice-presidente da comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude e membro da comissão Permanente de Finanças e Orçamento. Com base na sua ampla experiência na área social, como resultado do seu trabalho nas três esferas de governo – federal, estadual e municipal -, Floriano Pesaro tratou do tema Desenvolvimento social no Brasil: o relato e as novas perspectivas.

Na primeira parte da apresentação, retratou a situação atual do País, nona maior economia do mundo em termos de produtos interno bruto (PIB), porém está em décimo lugar entre os países com pior distribuição de renda do mundo. Nos últimos anos, principalmente a partir do Plano Real, o Índice de Gini tem declinado, mostrando a evolução positiva do impacto da estabilização na economia, contudo ainda representa um desafio para as políticas públicas do Brasil. Outro indicador que mostra uma evolução positiva dos resultados sociais é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O IDH vem crescendo no Brasil desde 1990, data em que começou a ser calculado pela Organização das Nações Unidas (ONU). A Constituição de 1988, as reformas dos anos 90 e a política social implementada no Brasil a partir de 1995 têm contribuído para diversas conquistas sociais. Em termos de saúde, um maior orçamento destinado ao sistema unificado de saúde (SUS) tem sido fundamental para aumentar a rede física de atendimento. A mortalidade infantil tem regredido. No campo da educação, a vinculação orçamentária – Fundef – tem promovido um aumento expressivo de crianças na escola.

Também é possível salientar a eficácia de programas bem-sucedidos como o Fies, o ProUni e o Bolsa Escola. No terreno previdenciário, os benefícios foram ampliados através da elevação do valor da aposentadoria, assim como uma maior proteção aos idosos e deficientes (LOAS – BPC) e redução do trabalho infantil (PETI). No campo social, verificou-se uma redução da pobreza e um aumento real do salário mínimo. Também foram criados programas de transferência de renda.

Mesmo assim, São Paulo, com mais de 11 milhões de habitantes, é o lugar com maior concentração de pobreza nas Américas, com 3,4 milhões de pessoas pobres (com renda inferior a meio salário mínimo) e 13 mil adultos morando nas ruas. O trabalho infantil arrecada 25 milhões de reais por ano.

Para melhorar esse quadro, a ação do governo precisa contar com o auxílio da sociedade, através da articulação de iniciativas com organizações não governamentais (ONGs) e empresas. O microcrédito também tem um papel importante a cumprir. A nova geração de políticas de combate à pobreza passa pelo fortalecimento e pelo apoio à família e à comunidade.

A lei 14.949 / 2009, que propõe uma Rede de Comércio Solidário da cidade de São Paulo, de autoria de Floriano Pesaro, te como objetivo ajudar nesse processo de contribuição para o desenvolvimento da família e da comunidade.

Luís Paulo Rosenberg

A sessão noturna do primeiro dia da Semana de Economia teve como palestrante o economista Luís Paulo Rosenberg, Ph.D. em Economia pela Universidade de Vanderbilt, sócio-diretor da Consultoria Rosenberg e Associados e vice-presidente de Marketing do Corinthians.

Em sua palestra O marketing no futebol focalizando o case Corinthians, Rosenberg não se restringiu à análise de sua experiência na condução do marketing no Corinthians. No decorrer dessa experiência, Rosenberg percebeu a importância do envolvimento dos grandes clubes em um processo de “união em prol da racionalidade crescente no futebol”. E atualmente dedica grande parte de seu tempo a reuniões com os dirigentes da área econômica dos grandes clubes de São Paulo, grupo denominado G-4.

Ficou demonstrado, em sua análise sobre o faturamento usando a marca Corinthians, que muitas oportunidades de obtenção de receitas permaneciam inexploradas. A queda do time para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o impeachment do presidente e a posse de nova diretoria possibilitaram a implantação de um marketing agressivo, que resultou em um aumento de 50%, do faturamento em 2008, mesmo com o time disputando a série B do Campeonato Brasileiro: de R$ 42,5 milhões para R$ 64,5 milhões. Em 2009, este número saltou para R$ 115,5 milhões, e a projeção para 2010 é de R$ 200 milhões, número cinco vezes maior que o de 2008.

Esses números fornecem uma boa idéia da “renúncia” de receitas em anos anteriores, fenômeno que, certamente, não ocorreu apenas no Corinthians. O São Paulo Futebol Clube é, de longe, o clube de administração mais profissional do eixo Rio-São Paulo e, possivelmente, do Brasil. O Palmeiras, com a eleição de Luiz Gonzaga Belluzzo, comprometido com a modernização do clube, também promete mudanças. Rosenberg, em sua palestra, anunciou uma série de reuniões com dirigentes de vários bancos potencialmente dispostos a estabelecer parcerias com o Santos Futebol Clube.

Para Rosenberg, o futebol está vivendo um momento muito especial. Com os grandes clubes de São Paulo fortalecidos internamente, em conseqüência da adoção de políticas transparentes e de modernos sistemas de gestão de suas marcas, e unidos na busca de interesses comuns, o futebol em seu todo tem muito a ganhar. Mais recursos possibilitarão melhores times e espetáculos mais ricos e organizados.

Luciano Pires

Na manhã de terça-feira, deu-se a palestra de Luciano Pires, tendo como tema O complexo de vira-latas. Luciano, natural de Bauru, é formado em Comunicação pela Universidade Mackenzie, tendo ampla projeção profissional em Marketing e Comunicação. Cartunista premiado, é colunista de vários sites, revistas e jornais. Autor de cinco livros, acaba de lançar Nóis... qui invertemo as coisa. Entre outras tantas realizações, mantém o portal www.lucianopires.com.br, site de conteúdo variado, focado nas ides da educação e na luta contra o emburrecimento do Brasil.

Foi sob esta ótica, aliás, que transcorreu sua apresentação para uma platéia entusiasmada de alunos e professores dos dois cursos. Luciano Pires, dono de uma verve carismática, conquistou a platéia ao focar a problemática nacional sob a batuta da descontração e da ironia no trato, mas, no íntimo, voltada para a reflexão.

“Você tem medo de quê? Você tem medo por quê?” questionou o orador. Afinal, o Brasil é um sucesso comprovado em vários projetos empreendedores, de que deu testemunho. De norte a sul, de leste a oeste, a criatividade e a pujança nacional se manifestam. Do futebol à construção do carro F-1 da Copersucar, em mil setores e atividades o brasileiro se destaca.

Esta é a realidade, do outro lado está a ideologia. Para a mídia, a televisão e o cinema, a imagem é a de um País destinado ao fracasso. Nossos concorrentes ao Oscar são filmes sobre desgraça, pobreza e tristeza. O que é nosso não presta. Na educação, à exceção das ilhas de excelência, da qual a FAAP é um pólo, o ensino está ultrapassado e desatualizado. Tudo isto entrelaçado a interesses político-ideológicos escusos. “Como sair esta injunção?”, perguntou o palestrante. Ser ou não ser vira-lata, eis a questão. Para Luciano Pires, a saída está na criatividade, na educação, na filtragem da realidade, através do pensamento crítico e reflexivo. Está no levantamento da autoestima nacional. Enfim, a solução dos problemas está no engajamento da parte esclarecida da sociedade.

Gustavo Franco

Na noite de terça-feira, o palestrante foi Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central (BC). Ele foi apresentado pelo diretor do Curso de Economia, embaixador Rubens Ricupero, que exerceu o cargo de ministro da Fazenda quando Gustavo Franco ocupava a presidência do Banco Central. Embora a palestra tivesse o título de Perspectivas da economia brasileira na transição em direção ao período pós-crise mundial, Gustavo Franco preferiu destacar os quinze anos do Plano Real e a conquista decorrente da estabilidade econômica, depois de uma série de planos de estabilização malsucedidos que fizeram com que a segunda metade da década de 1980 fosse chamada por alguns comentaristas de “Quinquênio dos Pacotes".

Com uma exposição extremamente clara e didática, Gustavo Franco fez questão de realçar o aprendizado possibilitado pelos planos de estabilização anteriores e, a partir dessas experiências, a maior valorização de “regras do jogo” estáveis, muito afetadas nos últimos anos por pacotes heterodoxos que tentavam combater a inflação por meio de tabelamento de preços e congelamento de salários.

Gustavo Franco destacou a importância da estabilidade, fundamental para resgatar a dignidade e a cidadania de milhões de brasileiros que eram, até então, as maiores vítimas do imposto inflacionário. E, para tanto, foram fundamentais a Lei de Responsabilidade Fiscal, o regime de metas de inflação e o sistema de câmbio flutuante. Graças a este conjunto e à estabilidade das nossas instituições, o Brasil está tendo condições de superar sem maiores traumas os efeitos da crise financeira mundial.

Na conclusão de sua palestra, Gustavo Franco, disse temer apenas os crescentes gastos correntes do governo federal que, longe de se constituírem em políticas anticíclicas, configuram uma ação irresponsável que põe em risco os grandes avanços conquistados nos últimos quinze anos.

Guilherme Afif Domingos

A palestra do dia 19 pela manhã foi ministrada pelo empresário Guilherme Afif Domingos, atual secretário de Emprego e Relações do Trabalho do governo de São Paulo. Ele abordou o tema Memórias da Constituição de 1988, inserido no programa com o propósito de mostrar marcos institucionais importantes do País.

Afif, como é conhecido nos meios empresarial e político, foi deputado à Constituinte de 1988 e teve papel ativo nos seus trabalhos. Ressaltou que ela veio em um período de muitas e fortes reivindicações de liberdades e de direitos, que emergiram com o fim dos governos militares. Ao mesmo tempo, foi pautada por crenças ideológicas típicas do período pré-queda do Muro de Berlim, a qual ocorreu logo depois, em novembro de 1989. Entre outros aspectos, essas crenças enfatizavam forte ação do Estado na economia.

No decorrer dos trabalhos da Constituinte, havia uma Comissão de Sistematização que seguia essa orientação e, entre outros grupos, era muito pressionada por lideranças sindicais. Com outros deputados, Afif desempenhou um importante papel na criação de um movimento que ficou conhecido como “Centrão” e que procurou se contrapor a influências desse tipo, conseguindo sucesso em várias questões.

Com sua carreira política já então muito marcada pela defesa das micro e pequenas empresas, foi da iniciativa de Afif o Art. 179 da Constituição, assim redigido: “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei”. Afif ressaltou que as obrigações trabalhistas foram excluídas deste artigo por pressão das entidades sindicais. O palestrante destacou que, mesmo assim, o dispositivo constitucional vem desempenhando seu papel, com destaque para a legislação posterior que deu origem ao regime tributário conhecido como Simples, que favorece as micro e pequenas empresas e, mais recentemente, à legislação do MEI, que beneficia o microempreendedor individual.

Caio Luiz de Carvalho

Na noite da quarta feira, 19 de agosto, tivemos a presença de Caio Luiz de Carvalho, ex-ministro do Turismo do governo Fernando Henrique Cardoso e atual presidente da São Paulo Turismo S.A. Caio falou sobre o tema Situação e perspectivas do turismo no Brasil, fazendo um amplo diagnóstico do atual quadro, focalizando novas oportunidades de negócios e destacando o papel desempenhado pela cidade de São Paulo no turismo de negócios.

Outra tônica em sua palestra foi a preocupação demonstrada em conscientizar a todos que o turismo hoje em dia é um elemento fundamental para minimização das desigualdades sociais em nosso País.

Ele mesmo define turismo como sendo “a atividade que deve processar recursos naturais, culturais e humanos de forma articulada e planejada com o objetivo de fazer com que o empresário lucre, o turismo realize seus sonhos, mas, principalmente num País com tantas desigualdades regionais como o nosso, ser um instrumento poderoso para o desenvolvimento sustentado local”.

Os números apresentados pelo ex-ministro deixaram alguns de nossos alunos boquiabertos, como, por exemplo, que a receita cambial é de US$ 5,7bilhões, que o turismo gera cinco milhões de empregos, ou ainda que a participação do turismo no PIB é de 7,1%. Nada mau, porém ainda é muito pouco frente ao potencial de nosso País. Carvalho enfatizou que hoje sol e praia e serviços de qualidade são commodities. É preciso ir além... Segundo a tese de dois consultores norte-americanos, Joseph Pine e James Gilmore, o mercado está passando da venda de serviços para a venda de “momentos inesquecíveis”. Dos bens e serviços estamos passando para uma oferta de “experiências”, algo absolutamente pessoal e íntimo, e decretam a “customização em massa” dos serviços como a nova fronteira de negócio.

Atualmente no comando da São Paulo Turismo S.A., Caio Luiz de Carvalho falou de seus projetos e sonhos para a cidade de São Paulo. Só para se ter uma idéia, mostrou alguns dados sobre nossa cidade: Em arrecadação com turismo:

1º) Fórmula 1 – R$ 200 milhões (2007)
2º) Parada GLBT – R$ 189 milhões (estimativa 2008)
3º) Virada Cultural – R$ 90 milhões (2007)
4º) Carnaval – R$ 30 milhões (2008) Em números de turistas (excluídos os paulistanos):
1º) Virada Cultural – 400 mil (2008)
2º) Parada GLBT – 327 mil (estimativa 2008)
3º) Fórmula 1 – 85 mil (2007)
4º) Carnaval – 28 mil (2008)

Caio Luiz de Carvalho concluiu sua palestra com uma frase que traduz um pouco de seu pensamento e de sua crença: “A cidade boa para o turista é aquela que é boa também para o cidadão que nela vive”.

Ramiro Gonçalez

Especialista em inteligência de mercado, Ramiro Gonçalez foi quem proferiu a palestra para os estudantes dos cursos de Economia e Relações Internacionais na manhã da quinta-feira, abordando as origens da crise financeira que abalou o mundo nos últimos tempos. Com o tema Que crise é essa?, título de seu livro, a apresentação versou sobre conceitos e explicações da realidade do mundo nos dias de hoje.

De forma simples e objetiva, mostrou as perdas geradas pela crise no mundo, ressaltando que em um ano de crise a riqueza mundial encolheu em pelo menos dois PIBs norte-americanos. O destaque de todo esse desalinhamento no mercado financeiro mundial foi dado à “enorme e perturbadora corrente”, que se espalhou pelo mundo através da compra de fatias das dívidas do setor imobiliário norte-americano que, exposto à grande liquidez, inflou seus ativos.

Através de um ilustrativo esquema em pirâmide, que representa uma progressão geométrica, Gonçalez explicou que há mais de um século estes sistemas não sustentáveis e fraudulentos tiram vantagem da confusão entre negócios autênticos e golpes complexos para se ganhar dinheiro, salientando que a técnica é parecer convincente, apresentando benefícios exponenciais.

O palestrante descreveu ainda um panorama sobre a necessidade de uma maior regulamentação no sistema financeiro internacional, para se evitarem as operações financeiras pouco ortodoxas, bem como sobre as polêmicas teorias dos ciclos econômicos. Diante de todo este panorama, Gonçalez mostrou como o Brasil saiu mais forte da crise, destacando alguns desdobramentos da crise sobre a economia brasileira, especialmente sobre o emprego.

Luiz Alberto Figueiredo Machado

O tema da noite da quinta-feira foi O Brasil e as negociações de mudanças climáticas, apresentado pelo diplomata responsável neste âmbito, ministro Luiz Alberto Figueiredo Machado que, pouco antes da palestra, recebeu a notícia de que havia sido promovido ao posto de embaixador.

O primeiro ponto abordado pelo diplomata foi que todas as discussões nesta área são essencialmente acadêmicas, pois as mesmas têm origem e embasamento sólido na ciência. Por isso, ele trabalha com a concepção de aquecimento global como sendo o aumento da temperatura no nível da superfície terrestre.

Seguindo esta linha, Figueiredo explicou que o aquecimento é resultado das emissões dos gases de efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono. O aumento já registrado na temperatura média global de até 0,8ºC é conseqüência das primeiras emissões durante a chamada revolução industrial, que teve início do século XIX.

Por isso, o objetivo das negociações, ainda segundo o ministro, é concluir um novo tratado a ser implementado em 2013, a fim de substituir o de Kyoto, e conseguir estabilizar o aumento da temperatura em 2ºC até o fim deste século. Mas, para tanto, os cortes nas emissões terão que ser drásticos.

O ministro Figueiredo ressaltou que as negociações são muito complicadas, pois, tomando como base os índices de 1990, as metas a serem alcançadas variam de 25% a 40% de redução até o ano de 2020. Além disso, as emissões precisam ser mensuráveis, quantificáveis e verificáveis, a fim de serem monitoradas e cobradas. Por isso, finalizou o diplomata, essas negociações são primordialmente econômicas, pois envolvem a competitividade das economias dos países e podem levar ao aumento da desigualdade social entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Geraldo Nogueira de Aguiar

Na sexta-feira dia 20, a palestra do período da manhã foi dada por Geraldo Nogueira de Aguiar, vice-presidente executivo e diretor financeiro do Dubai Aluminium Company Limited (DUBAL). No ano passado, por ocasião da missão estudantil a Dubai, Geraldo Aguiar foi um dos palestrantes que se apresentaram para os alunos da FAAP que participaram da missão, conversando com eles a respeito das características que um executivo de nível internacional deve reunir. Este foi o tema desenvolvido na Semana de Economia, Pré-requisitos para ser um executivo de nível internacional, para todos os alunos do Curso de Economia do período diurno.

Geraldo Aguiar iniciou sua apresentação salientando que uma empresa bem-sucedida deve reunir três condições: pessoas motivadas e qualificadas, posição competitiva no mercado e excelência operacional. O lucro é a conseqüência da confluência desses elementos. A administração é, ao mesmo tempo, arte e ciência, e pode ser resumida em uma frase: “fazer a coisa certa, de maneira certa e no momento certo”.

A partir de uma visão estratégica, é necessário formular os planejamentos estratégico, operacional e financeiro. Pensar e agir estrategicamente é saber resolver problemas e identificar e desenvolver oportunidades. O executivo financeiro precisa estar preparado para contribuir e desenvolver essa visão estratégica.

Com base na sua ampla experiência profissional, resultado de ter trabalhado em vinte países dos cinco continentes, Geraldo Aguiar comentou quais são as qualificações que as empresas desejam de um executivo internacional. As empresas transnacionais procuram, em primeiro lugar, pessoas qualificadas e motivadas, que produzam resultados positivos e duradouros para a organização. Ao mesmo tempo, desejam contratar pessoas que não apenas dominem técnicas gerenciais, mas que tenham visão e liderança para formular e implementar estratégias, que saibam desenvolver, motivar e respeitar as pessoas e enfrentem desafios com perspectivas global.

Entre as qualidades exigidas, destacou as seguintes: honestidade, integridade e serenidade; visão ampla de longo prazo; iniciativa, persistência, qualidade e rigor; conhecimento de três idiomas, sendo indispensável o inglês; aprendizado contínuo e criatividade; valorizar os pontos fortes e coragem; clareza.

Antes de acabar, Geraldo Aguiar explicou quais são os pilares do sistema financeiro islâmico, com base na sua experiência atual como diretor financeiro do Grupo Aluminium, e respondeu algumas perguntas dos alunos sobre o papel da mulher na sociedade islâmica e o trabalho feminino na DUBAL.

Encerrando a Semana da Economia, na noite da sexta-feira, houve a projeção do documentário Enron, sobre um dos maiores escândalos financeiros já perpetrados, seguida de debates coordenados pelos professores Antonio Sergio Bichir e José Geraldo Soares de Mello Jr.

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PARA FACILITAR O SEU ENTENDIMENTO, A FAAP PODERÁ UTILIZAR AS INFORMAÇÕES COLETADAS DOS USUÁRIOS, INCLUSIVE POR MEIO DE COOKIES, PARA OS SEGUINTES PROPÓSITOS GERAIS:

  • INFORMAR A RESPEITO DE SUAS ATIVIDADES, INCLUINDO EVENTOS, PEÇAS TEATRAIS E OFERTA DE CURSOS, POR CORREIO ELETRÔNICO MALA DIRETA, SMS OU OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO;
  • MANTER ATUALIZADOS OS CADASTROS DOS USUÁRIOS PARA FINS DE CONTATO POR TELEFONE, CORREIO ELETRÔNICO MALA DIRETA, SMS OU OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO;
  • ELABORAR ESTATÍSTICAS GERAIS, SEM QUE HAJA IDENTIFICAÇÃO DO USUÁRIO;
  • RESPONDER ÀS DÚVIDAS E SOLICITAÇÕES DO USUÁRIO;
  • REALIZAR CAMPANHAS DE COMUNICAÇÃO E MARKETING DE RELACIONAMENTO;
  • COMUNICAR-SE COM O USUÁRIO, A FIM DE LHES DAR INFORMAÇÕES ADMNISTRATIVAS;
  • CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÕES LEGAIS, INCLUINDO REGULAMENTOS SETORIAIS E REGRAS FISCAIS; E
  • EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITO EM PROCESSO JUDICIAL, ADMINISTRATIVO OU ARBITRAL

Sempre que as finalidades de tratamento depender de autorização expressa do Usuário, esta será solicitada no momento do cadastro físico ou digital, na contratação dos serviços educacionais, contrato de trabalho ou por ações específicas conforme necessidade.

DADOS PESSOAIS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Considerando a prestação de serviços educacionais também à nível do ensino fundamental e médio, ao concordar com os termos desta Política de Privacidade, o responsável legal, afirma ter ciência de que serão coletados dados pessoais necessários para a execução dos serviços, assim como para cumprimento de obrigações legais e exercício regular de direitos, inclusive para armazenamento após o termino do contrato, sendo que a não concordância com os respectivos tratamentos, acarreta na impossibilidade de prestação dos serviços educacionais.

O responsável legal, toma ciência de que no caso de revogação do consentimento ou oposição a qualquer tratamento, após serem coletados os dados, estes permanecerão armazenados, quando necessário para atendimento de obrigações legais e exercício regular de direitos.

Nas demais hipóteses de tratamento será coletado o consentimento no contrato de matrícula ou em outro momento oportuno.

COMPARTILHAMENTO DE DADOS PESSOAIS

O banco de dados formados pelo cadastro, matrícula ou qualquer outro meio junto à FAAP é de propriedade desta e será compartilhado apenas para as finalidades específicas de execução do contrato (o que pode incluir compartilhamento com parceiros, prestadores de serviços/operadores e suboperadores.

No caso do setor de carreiras, os dados dos alunos que se candidatam às vagas, poderão ser compartilhados com as empresas parceiras e solicitantes do encaminhamento de currículos, para seleção e contratação

Além disso, a FAAP poderá compartilhar dados pessoais de sua base com parceiros, sempre que for em benefício aos titulares de dados pessoais, desde que devidamente autorizados, quando o tratamento não tiver justificativa nas demais hipóteses legais excludentes do consentimento.

No caso de parceria com Universidades de outros países poderá ocorrer a transferência internacional dos dados pessoais, ficando ciente o aluno, deste tratamento quando tiver como base a execução dos serviços a serem prestados ou será coletado o consentimento para ações independentes.

Em todo compartilhamento, a FAAP prezará pelo comprometimento dos operadores e parceiros envolvidos no tratamento dos dados pessoais, utilizando-se de cláusulas contratuais e protocolos de segurança que garantam a proteção e privacidade dos dados que lhes foram compartilhados exigindo o mesmo nível de proteção destes agentes.

Todo compartilhamento será pautado no princípio da necessidade atentando-se ao mínimo necessário para atingir às finalidades esperadas.

Exemplo de compartilhamentos:

  • Outras universidades para fins de parcerias em eventos;
  • Com empresas parceiras para concessão de benefícios;
  • Com autoridades judiciais, mediante determinação legal.

Poderão ser compartilhados com quaisquer parceiros, dados estatísticos como índice de alunos ou colaboradores por gênero, região de moradia, idade, entre outros, desde que anonimizados e os dados cujo compartilhamento foi expressamente autorizado pelo titular e/ou responsável.

A não ser por obrigação legal, incluindo determinação judicial, ou autorização expressa, os Dados do usuário jamais serão transferidos a terceiros que não sejam parceiros ou empresas autorizadas pela FAAP ou usadas para finalidades diferentes daquelas para as quais foram coletadas e informadas ao titular.

ARMAZENAMENTO DOS DADOS PESSOAIS:

Os dados coletados são armazenados em servidores externos, localizados no exterior e alguns dados permanecem em servidor próprio.

Os dados são armazenados em ambiente seguros e controlados, incluindo dados de acesso e registros de logs, sempre em atendimento aos prazos legais.

DA ATUALIZAÇÃO E VERACIDADE DOS DADOS FORNECIDOS

O USUÁRIO GARANTE A VERACIDADE E EXATIDÃO DOS DADOS QUE FORNECER À FAAP, OU SEJA, A FAAP NÃO TEM QUALQUER RESPONSABILIDADE NO CASO DE INSERÇÃO DE DADOS FALSOS OU INEXATIDÃO DOS DADOS PESSOAIS INFORMADOS PELO USUÁRIO À FAAP.

É de responsabilidade do próprio titular ou responsável legal (quando aplicável) a ratificação ou retificação das informações fornecidas, quando necessário.

DOS DIREITOS DO TITULAR DOS DADOS PESSOAIS

A Lei garantiu ao Usuário determinados direitos em relação às informações pessoais que estão sob a tutela da FAAP, em função das coletas e tratamentos realizados, esses direitos estão elencados no art. 18º, quais sejam:

  • confirmação da existência de tratamento;
  • acesso aos dados;
  • correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
  • anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com a Lei;
  • portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da autoridade nacional, observados os segredos comercial e industrial; (ANPD ainda irá regulamentar sobre a portabilidade)
  • eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular.
  • informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;
  • informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;
  • revogação do consentimento;

Além disso, o titular poderá solicitar cópia de seus próprios dados pessoais e opor-se à recepção de mensagens de marketing. Neste caso o descadastramento destas mensagens poderá ser feito pelo e-mail faleconosco@faap.br.

Esclarecemos que ao optar por não receber mensagens de marketing não significa que deixará de receber mensagens relacionadas com os seus cursos e outras informações administrativas.

CASO VOCÊ QUEIRA ENTRAR EM CONTATO PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O TEMA, REGISTRAR UMA RECLAMAÇÃO OU FAZER QUALQUER REQUISIÇÃO RELACIONADA AO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS EFETUADO PELA FAAP, ENTRE EM CONTATO PELO E-MAIL PRIVACIDADE@FAAP.BR

FAAP busca tratar e armazenar os seus dados somente durante o tempo estritamente necessário. Na hipótese de tratar-se de aluno os dados serão mantidos e compartilhados com as autoridades em obediência a prescrições legais.

Antes de solicitar exclusão de dados verifique o enquadramento: (i) necessidade de armazenamento por período exigido em lei; (ii) pelos períodos legalmente definidos para fins de investigação e ações judiciais; e (iii) pagamentos e faturas e demais obrigações de natureza fiscal.

DO NÃO FORNECIMENTO DOS DADOS:

O não fornecimento dos dados pessoais necessários para execução do contrato acarretará na impossibilidade de contratação e de execução dos serviços.

No caso do teatro FAAP, o não fornecimento dos dados pessoais na aquisição dos ingressos, mediante compra física, poderá acarretar na ausência de contato e comunicação no caso de situações emergenciais, como por exemplo, no caso de cancelamento de eventos.

Outros dados quando não indicados como obrigatórios e coletados com base no consentimento poderá impossibilitar algumas ações propostas para beneficiar os titulares.

COMO SERÃO PROTEGIDAS AS INFORMAÇÕES PESSOAIS?

A FAAP empenha-se em tomar todos os tipos de medidas administrativas, técnicas e físicas de cunho preventivo em relação à segurança e privacidade durante a execução de suas atividades envolvendo dados pessoais, desde o treinamento e conscientização dos colaboradores, até o uso de tecnologias de criptografia e firewall avançadas.

Se nossos sites possuírem ligações com sites de terceiros, é possível que durante sua navegação você seja direcionado a esses sites. Nesses casos, a responsabilidade sobre a segurança e proteção dos seus dados caberá aos referidos terceiros, de forma que recomendamos a leitura dos termos de uso, políticas de privacidade e de cookies dos respectivos sites.

Este cenário também se aplica às hipóteses em que você divulgue seus dados pessoais em plug-ins sociais e sites de busca. Nesses casos, o tratamento dos dados será realizado pelos terceiros em questão e, novamente, sugerimos a leitura dos termos de uso, política de privacidade e de cookies destes respectivos sites/terceiros.

INEXISTÊNCIA DE VÍNCULO

O presente instrumento e as obrigações e direitos aqui previstos não importam na criação de qualquer vínculo trabalhista, societário, de parceria ou associativo entre o Usuário e a FAAP, sendo excluídas quaisquer presunções de solidariedade entre ambos no cumprimento de suas obrigações.

EVENTOS DE CASO FORTUITO E FORÇA MAIOR

A FAAP não se responsabiliza por quaisquer eventos oriundos de caso fortuito ou força maior, assim entendidas as circunstâncias imprevisíveis e inevitáveis que impeçam, total ou parcialmente, a execução das obrigações assumidas.

DO ENCARREGADO PELO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS DA FAAP

Atendendo aos requisitos e nos termos da LGPD, a FAAP nomeou o encarregado (DPO) pela proteção de dados pessoais, cuja é o responsável pelas orientações e atendimentos relacionados ao tema.

Para entrar em contato:

Para quaisquer dúvidas ou demandas relacionadas especificamente ao tema proteção de dados pessoais, o atual Encarregado poderá ser contatado conforme dados a seguir:
DPO: Cristina Sleiman – privacidade@faap.br
Endereço para correspondência: RUA ALAGOAS, Nº903 – HIGIENÓPOLIS – setor jurídico

DISPOSIÇÕES FINAIS

A FAAP reserva-se o direito de modificar, acrescentar ou remover conteúdos e partes desta política a qualquer momento e a seu exclusivo critério. Neste caso a FAAP informará aos titulares de dados sobre atualizações de suas Políticas, o que não isenta o titular de consultá-la com regularidade. Recomendamos que você consulte esta política quando tiver alguma dívida e sempre que navegar por nossos sites

Os direitos e obrigações decorrentes deste documento poderão ser cedidos a qualquer empresa pertencente à FAAP. Na eventualidade de qualquer das disposições deste documento vir a ser considerada nula, anulável ou inaplicável, por qualquer razão, as demais disposições deste contrato permanecerão em vigor e inalteradas, continuando a vincular as partes.

Ao navegar pelo Portal FAAP, você aceita guiar-se pelos Termos de Uso e Políticas de Privacidade e de Cookies, que se encontrarem vigentes na data de seu acesso, portanto, deve verificar os mesmos previamente cada vez que visitar o Portal FAAP.

Este instrumento será regido e interpretado de acordo com a legislação brasileira, eleito o Foro da Comarca de São Paulo, Estado de São Paulo, para questões a ele relativas, com renúncia expressa a qualquer outro.

Data da atualização desta Política: novembro/2021