Semana de Economia 2007

Instabilidade dos mercados amplia interesse pela Semana da Economia

O elevado grau de instabilidade que tomou conta do mercado financeiro e provocou fortes oscilações nas bolsas de valores de diversos países do mundo a partir do início de agosto, ajudou a ampliar o interesse dos alunos para as palestras da Semana da Economia, cuja programação, nesta edição de 2007, focalizou diversas facetas da crise que teve origem no mercado imobiliário norte-americano e seus impactos na economia brasileira.

A programação da Semana da Economia foi a seguinte:

Dia 27/08/2007

Manhã
Tema: O impacto da crise mundial sobre a economia brasileira
Palestrante: Prof. Roberto Macedo, assessor do Curso de Economia da FAAP e ex-Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

Noite
Tema: Painel sobre o futuro da Previdência Social
Painelistas: José Cechin, economista, ex-Ministro da Previdência Social e Áquilas Nogueira Mendes, professor do Curso de Economia da FAAP

Dia 28/08/2007

Manhã
Tema: Desenvolvimento sustentável
Palestrante: José Eli da Veiga, engenheiro agrícola com mestrado e doutorado em Economia, professor titular da FEA-USP

Noite
Tema: A crise nos mercados financeiros internacionais - A perspectiva do investidor
Palestrante: Paulo Tenani, Ph.D. em Economia (Columbia University, NY) e Chefe de Pesquisa da América Latina do UBS Pactual Wealth Management

Dia 29/08/2007

Manhã
Tema: Liberalização comercial: por que negociar?
Palestrante: Vivianne Ventura Dias, Ph.D. em Economia Agrícola e Recursos Naturais pela Universidade da Califórnia, Berkeley, e professora colaboradora da Universidade Federal de Santa Catarina

Noite
Tema: Brasil 2020 – Que futuro nos espera?
Conjuntura e perspectivas da economia brasileira
Palestrante: Paulo Rabello de Castro, economista e consultor.

DIA 30/08/2007

Manhã
Tema: Aprenda a investir em ações
Palestrante: Roberto Lee, sócio da Win Home Broker, que ensina jovens a investir no
mercado de ações

Noite
Tema: Agronegócios no Brasil: desafios e oportunidades
Palestrante: Roberto Rodrigues, agrônomo, professor da UNESP, Coordenador do Centro de Agronegócios da FGV-SP, ex-Ministro da Agricultura

O impacto da crise mundial sobre a economia brasileira

Abrindo a Semana de Economia, Roberto Macedo iniciou sua apresentação argumentando que para entender a crise financeira ora em andamento e seu impacto no Brasil é importante levar em conta que na globalização a movimentação internacional de recursos financeiros é muitíssimo mais rápida que o comércio e os movimentos migratórios, pois as informações e transações financeiras fluem em tempo real, dado o avanço dos meios de comunicação e a ausência de barreiras.

Passando à economia mundial, mostrou dados que revelam um forte crescimento do comércio internacional desde 2003 e um crescimento do PIB mundial às taxas de 4,9% em 2005 e 5,5% em 2006. Para 2007, contudo, espera-se um crescimento menor, de 5,2%, determinado principalmente pelo esfriamento da economia dos EUA, cujo crescimento foi de 3,3% em 2006, mas deve cair para 2% ou mesmo abaixo disso em 2007. Entre as causas dessa queda, apontou a política de juros seguida pelo banco central dos EUA, que aumentou a taxa básica com o objetivo de conter a inflação e, em particular, esfriar o crescimento do setor imobiliário que vinha adquirindo o perfil de uma bolha. Espera-se, contudo, contudo, que o menor crescimento dos EUA seja atenuado com maiores taxas nos países emergentes e mesmo em alguns países desenvolvidos, como o Japão e o Reino Unido.

Na macroeconomia brasileira, o retrospecto mostra que problemas graves, como a inflação e o desequilíbrio externo, foram corrigidos nos últimos anos, mas permanecem sérias dificuldades fiscais. Entre elas, o contínuo crescimento da carga tributária e das despesas custeio e transferências, mas com o investimento em infra-estrutura mantendo-se muito baixo.

Apresentou cenários econômicos para 2007 e 2008 baseados nos levantamentos semanais do Banco Central (Relatório Focus), que em ambos os anos prevêem um crescimento do PIB a uma taxa perto de 5%, inflação abaixo do centro da meta (4,5%), contas externas muito favoráveis, sem perspectivas de mudanças acentuadas da taxa de câmbio, a taxa básica de juros em queda e a dívida pública caindo como proporção do PIB.

Dados esses cenários da economia mundial e da brasileira, passou à natureza da crise financeira mundial, mostrando como um problema num mercado específico, o de financiamentos imobiliários de segunda linha (ou “subprime”), nos EUA, alcançou outros mercados e países. Mencionou que raiz da crise estava um excesso de dinheiro disponível a juros baixos, que se acumulou como resultado da forte expansão do comércio e da economia mundial. Esse dinheiro estimulou aplicações financeiras sem avaliações mais criteriosas de riscos, como a que ocorreu no mercado “subprime” de financiamentos imobiliários, nos EUA. Nele os financiamentos eram dados sem adequada comprovação de renda e a juros variáveis que acompanham a taxa básica americana, a qual passou a subir e a causar problemas aos devedores, ampliando sua inadimplência.

Como as instituições que financiaram os mutuários do “subprime” foram financiadas por outras e estas têm seus investidores, isso levou a uma reação em cadeia, pois riscos que se materializaram num mercado provocaram um movimento geral de aversão a riscos em outros. E mais: a liquidez deixou de fluir e/ou o fez para ativos de menor risco, onde está agora “empoçada” em papéis específicos e mercados isolados. Com a liquidez secando fora desses poços, vários bancos centrais, como nos EUA e na Europa, intervieram em sentido contrário, emprestando a instituições financeiras carentes de recursos, exigindo garantias adequadas.

Isso acalmou um pouco os mercados, mas os desdobramentos da crise ainda ocorrem, e não se sabe por quanto tempo. O próprio tamanho da crise e dos seus danos ainda está por esclarecer. Na economia brasileira, houve claros impactos. Macedo mostrou dados que revelaram desvalorização do real, queda dos preços de commodities e do Ibovespa.

Os desdobramentos ainda ocorrem, e o que inspira maior temor é a possibilidade de um arrefecimento mais forte da economia mundial, o que acentuaria impactos como os apontados. Concluiu afirmando que a ação dos bancos centrais deve aliviar a crise, não se esperando efeitos muito fortes sobre a atividade econômica. Nos mercados financeiros, contudo, haverá maior cautela nos investimentos e na concessão de crédito.

O futuro da Previdência Social

Esse tema foi abordado por José Cechin, ex-ministro da Previdência Social, e pelo professor Áquilas Mendes, do Curso de Economia da FAAP. Cechin, que agora é superintendente do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, focou sua apresentação no financiamento e nos gastos de seguridade social do governo federal, esclarecendo que ela inclui programas de previdência social (do INSS), de saúde e de assistência social (como os benefícios do INSS a esse título, e o Bolsa Família).

Cechin assinalou que a forte expansão dos programas de previdência e de assistência social exigiu acelerado crescimento da receita, esta proveniente de várias fontes (em particular, contribuições sobre a folha de salários, Cofins, CSLL e CPMF). Os últimos dados anuais, por exemplo, revelam que essas despesas subiram de R$ 266 bilhões em 2005 para R$ 304 bilhões em 2006, um crescimento de 14,3%, bem acima da inflação média entre esses dois anos (3,14%, segundo o IPCA).

Observando os componentes das despesas e num período mais longo, de 1995 a 2006 as do INSS (inclusive a renda mensal vitalícia) passaram de 4,7% a 7,2% do PIB, impulsionadas principalmente pelo crescimento do valor real do salário mínimo, mais forte no governo Lula. As despesas com assistência social (as da Lei Orgânica da Assistência Social e o programa Bolsa-Família), subiram de 0,1% para 0,7% do PIB nesse período, e o impulso mais vigoroso também veio no governo Lula. Entretanto, as despesas com saúde revelaram pequena queda, pois passaram de 1,9% a 1,7% do PIB nesse período.

A expansão desses gastos se acentuou depois da Constituição de 1988, que criou e ampliou benefícios previdenciários e assistenciais, e Cechin assinalou que nas comparações internacionais o Brasil aparece em destaque desfavorável por mostrar uma reduzida proporção de idosos na sua população e uma altíssima proporção desses benefícios com relação ao PIB, gerando uma situação deficitária no âmbito do INSS desde 1995, a qual vem se agravando desde então.

Cechin também mostrou dados demográficos, que revelam um aumento da longevidade e queda da fecundidade, que são elementos fundamentais para o equilíbrio atuarial de um sistema previdenciário.

A seguir, defendeu uma reforma do sistema de seguridade social brasileiro, ancorada nos seguintes princípios: respeito aos direitos adquiridos, preservação da visão sistêmica de seguridade social, separação entre ações de assistência e de previdência, e entre benefícios de risco (doença, acidente, morte e maternidade) e benefícios programáveis (aposentadorias, exceto por invalidez), financiamento de benefícios de risco em regime mutual e solidário, benefício programável proporcional às contribuições e à expectativa de sobrevida.

Esclareceu que na sua visão o subsistema de saúde deveria ser acessível a todos, independentemente de contribuições, o de assistência social voltado para amparo aos necessitados, também independentemente de contribuições, e o de previdência social definido como contrapartida ao trabalhador e sua família, em razão das contribuições acumuladas ao longo do período produtivo.

O professor Áquilas Mendes, do Curso de Economia da FAAP, fez uma apresentação com o objetivo de contribuir para a reflexão sobre as dificuldades enfrentadas pela Previdência Social Pública (PSP) brasileira, especialmente aquelas que a impedem de constituir uma proteção dirigida ao conjunto dos brasileiros. Para tanto, a primeira parte de sua exposição adotou a idéia de que os avanços introduzidos pela Constituição de 1988 foram constrangidos pela nova fase do capitalismo contemporâneo de dominância financeira e que sua continuidade e desenvolvimento entram em choque com os interesses de seus principais atores. A segunda parte foi dedicada a salientar as causas das limitações e das dificuldades da PSP. Por fim, foram apresentados alguns parâmetros para a construção de uma Previdência Social voltada para o conjunto dos brasileiros.

Levando em conta o tamanho da informalidade do mercado de trabalho brasileiro, a elevada concentração da renda de ocupação nas faixas mais baixas e o nível de desigualdade na apropriação da renda disponível no país, onde 1% da população detém 13% da renda, o professor Áquilas propôs: a) a instituição de um benefício de base, de valor igual ao salário mínimo, concedido a todos os cidadãos brasileiros a partir de idade a ser definida pela sociedade, mantendo a diferenciação entre homens e mulheres, e entre urbanos e rurais; b) o financiamento do benefício de base mediante a criação de um imposto de solidariedade, formado de percentuais diferenciados incidentes sobre a renda e o lucro das empresas e dos bancos e das demais instituições financeiras. O percentual incidente sobre a renda deve contemplar faixa de isenção e ser progressivo. No caso das empresas, percentuais diferenciados devem ser pensados para as micro e pequenas empresas, levando em conta seu faturamento; c) a complementação do valor da aposentadoria (acima de um salário mínimo e até dez salários mínimos) mediante contribuição de empregados e empregadores, tal como é prevista na legislação atual. Por último, mencionou que todas essas propostas pressupõem a realização de uma reforma tributária que taxe as grandes rendas, fortunas e lucros a eliminação da Desvinculação da Recita da União (DRU) e a redefinição do lugar do pagamento dos juros da dívida externa e interna vis-à-vis as políticas sociais.

Desenvolvimento sustentável

José Eli da Veiga, professor titular do Curso de Economia, Administração e Contabilidade, da USP, propôs-se a esclarecer esse conceito, que tem sido utilizado em diferentes contextos. Na natureza, a idéia de sustentabilidade está ligada a questões específicas como a reprodução de cardumes, a retirada de árvores em florestas, e o esgotamento de nutrientes da terra. A Humanidade só acordou para o problema ambiental a partir dos anos 60, nos EUA, mas ainda então muito focado nas questões de explosão populacional e a ameaça nuclear.

O debate se ampliou quando passou a tratar das conseqüências do forte crescimento econômico após a II Guerra Mundial, o qual durou até 73. Na época, foram feitas projeções, que posteriormente se revelaram equivocadas, de exaustão de recursos em face do crescimento do consumo.

Surgiu também uma oposição entre ambientalistas e defensores do crescimento econômico. Hoje, os ambientalistas em geral não são contra o crescimento, mas insistem no desenvolvimento sustentável. Com a conferência Rio-92 o conceito ganhou força e a idéia do desenvolvimento sustentável foi consagrada. Mas há o que chamou de “amnésia da gênese”, com a idéia passando por um processo de banalização.

Em seguida, apoiando-se em três livros de sua autoria, inclusive o último, A emergência socioambiental (São Paulo, Editora Senac), que seria lançado no dia seguinte, José Eli voltou-se para os conceitos de desenvolvimento e de sustentabilidade. Abordou a distinção entre crescimento, centrada no PIB, e desenvolvimento, centrada em valores mais amplos. Hoje o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) já se consagrou como um indicador do desenvolvimento, pois além do PIB “per capita” inclui indicadores de saúde e de educação.

Há quem reconheça a relevância de indicadores como o IDH, mas ainda apontando sua correlação com o PIB “per capita”, mas a utilização deste seria como resumir todos os controles de um avião a um único. Ademais, a correlação também falha em vários casos.

Poucos países entraram no clube dos ricos, como Japão, Coréia do Sul, Taiwan, estes dois últimos conhecidos como “tigres” asiáticos. Mas, como ficam as “baleias” (como Brazil, China, Rússia e México). O processo é muito mais lento do que se imaginava. Sen e Furtado referiram-se ao desenvolvimento como expansão da criatividade humana. Sen, no final da vida, também falava do desenvolvimento como expansão das liberdades humanas.

No Brasil há consenso de que a visão mudou a partir dos anos 80. De qualquer forma, desenvolvimento sem crescimento é difícil; seria como feijoada sem feijão. Por exemplo,
Cuba tem saúde e educação, mas é pobre.

Uma visão mais sofisticada vem de Nicholas Georgescu-Roegen, baseada na Segunda Lei da Termodinâmica: estamos constantemente aumentando a entropia. A energia se dissipa em formas que não são reutilizáveis; portanto, não dá para continuar desse jeito no longo prazo; no limite o sol se apagaria. Darwin observou que a espécie desaparecerá antes disso. Em essência, a questão é querer ou não uma preservação desses recursos por mais tempo. Vida mais prolongada ou mais curta, mas mais excitante?

Suponha-se uma biblioteca abarrotada. Congela-se o acervo? Faz-se outra noutro planeta? Ou entra um livro novo, e sai um não utilizado? A biblioteca não aumenta, mas melhora seus serviços. Na mesma linha, substituir energia de origem fóssil por outras de fontes renováveis, significará uma situação melhor.

Já os países mais desenvolvidos, deveriam evoluir para uma condição estacionária. Mas, como sair do “crescimentismo” ? Dasgupta propõe uma “coluna do meio”: redefinir o que se entende por riqueza; o PIB é péssimo, pois não tem fator de depreciação, não inclui trabalho das mulheres no lar, quando há acidentes ele aumenta com o pagamento de seguros etc. Mais exemplos, se carros acidentados forem consertados e as pessoas tratadas, o PIB aumenta; acidentes com petroleiros: se limpeza for por ONGs, não aumenta o PIB; se for por empresas, aumenta.

Nessa linha, quando devastamos florestas, deve-se depreciar o capital da economia; poço de petróleo explorado, idem. Essa, então, é a terceira via: redefinir riqueza. Mas, onde está a riqueza das nações? O Banco Mundial fez exercícios, envolvendo três respostas para desenvolvimento e três para sustentabilidade, o que dá nove combinações e não oferece uma solução adequada.

É difícil, mas é assim mesmo. Desenvolvimento sustentável é um valor, como justiça social, e não se presta a um conceito nem a uma medição muito precisa. Um conceito nessa linha seria o de que o desenvolvimento sustentável atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de que futuras gerações também atendam às suas necessidades.

Mas, o que são necessidades? Vejam-se os conflitos envolvendo madeiras versus corujas, no estado americano de Washington, e o do mico-leão dourado aqui no Brasil. E há a dificuldade de que não somos capazes de pensar nas futuras gerações além dos nossos bisnetos. A solidariedade intergeneracional é difícil. Portanto, é difícil ter uma definição operacional de desenvolvimento sustentável. No Fórum Econômico Mundial de 2002, surgiu também a idéia do ESI, ou índice de sustentabilidade ambiental.

Como o elefante, o desenvolvimento sustentável é mais fácil de reconhecer do que de definir. Quem nasce nos países subdesenvolvidos, tem menos escolha. Seria a expansão dos direitos humanos?

Na questão ambiental, os acordos internacionais de limitação de emissões não funcionam. 
O que funcionaria seria mudar a matriz energética e as opções são muitas, inclusive o uso das marés para gerar energia. Quanto aos frutos do crescimento, sua distribuição depende muito de instituições, como impostos, gastos saúde e educação, ciência e tecnologia, previdência e outras. Enfim, hoje o desenvolvimento sustentado pode não parecer tão vigoroso, mas pode levar a maior vigor no futuro.

A crise nos mercados financeiros internacionais – a perspectiva do investidor

Em sua palestra, Paulo Tenani utilizou-se de uma estratégia de exposição muito criativa, típica de quem alia a experiência de mercado à prática acadêmica, conseguindo despertar enorme interesse da platéia. Partindo de exemplos concretos do mercado e de citações de renomados economistas que atuam no setor financeiro, a primeira delas do conhecido Warren Buffet, Tenani foi mostrando como o cenário atual de crise foi sendo formado ao longo dos últimos anos, sem deixar de apontar os fundamentos teóricos que estão por trás dos acontecimentos. Dessa forma, conseguiu, numa mesma apresentação, unir a teoria à prática, o que nem sempre é conseguido pelos professores, provocando muitas reclamações dos alunos.

Tenani, que se graduou no Brasil e obteve seu Ph.D na Universidade de Columbia, em Nova York, afirmou que no seu dia-a-dia como diretor de pesquisa da filial brasileira do maior gestor de investimentos do mundo, o UBS, “utiliza tudo o que se aprende no Curso de Economia, começando pela visão histórica, passando pelos métodos quantitativos e fechando com as disciplinas de formação teórica”. Nesse sentido, alertou os alunos para a necessidade de estarem atentos a todas as disciplinas do curso, mesmo àquelas que, num primeiro momento, parecem ter pouca aplicação ao chamado mundo real.

Numa perspectiva mais geral, Tenani destacou a necessidade de diversificação dos investimentos num mundo marcado pela acelerada mudança. No entanto, enfatizou, “o comportamento do investidor varia em função da maior ou menor aversão ao risco de cada um”.

Sobre o nervosismo do mercado, Tenani foi claro: “Acho que muitas das preocupações são exageradas e que a crise no setor imobiliário americano, conquanto séria, não coloca em risco nem a economia mundial nem o sistema financeiro global. Meu argumento é baseado em três pontos: (i) de que o ajuste no setor imobiliário americano não representa o estouro de uma bolha especulativa; (ii) que o sistema financeiro global é hoje muito menos vulnerável do que em 1998; e (iii) que a crise do setor imobiliário faz parte de um processo saudável e gradual de ajuste no déficit em conta corrente americano”.

Tenani concluiu sua exposição afirmando que a desaceleração resultante da crise do setor imobiliário é, na verdade, um passo importante na direção de um pouso suave (soft landing), para os Estados Unidos. “Além do mais”, acrescentou, “este ajuste está acontecendo em um momento particularmente importante da economia global – que não mais depende dos Estados Unidos como único motor do crescimento. Ou seja, as circunstâncias atuais simplesmente não requerem um forte ajuste no setor imobiliário americano. Neste sentido, acreditar que uma crise neste setor pode resultar em uma crise sistêmica ou em uma interrupção abrupta do crescimento global parece ser um pessimismo exagerado”.

Liberalização comercial: por que negociar?

Liberalização comercial: por que negociar? Este foi o tema da palestra da professora e pesquisadora Vivianne Ventura Dias. Partindo do princípio de que os benefícios do comércio internacional estão relacionados às vantagens comparativas dos países é possível entender a importância da negociação comercial. A liberalização comercial tem sentido a partir de interesses recíprocos dos países. É um tema complexo e interdisciplinar.

Na vida real existem custos de treinamento, de deslocamento, que às vezes os modelos de comércio internacional não captam. O mundo real é um mundo de incertezas e de racionalidade limitada, contrariando o modelo do homem econômico racional.

Para uma melhor compreensão teórica do funcionamento do comércio internacional é preciso partir do que falta no modelo para explicar a realidade. O modelo não considera os custos de ajuste a uma nova estrutura de preços. Ao mesmo tempo admite como hipótese que a informação está disponível a custo zero sobre os mercados de bens e fatores (preferências dos consumidores, tecnologia de produção). Também considera um modelo de concorrência perfeita nos mercados de bens e fatores, assim como a ausência de intermediação entre produtores e consumidores.

Na realidade os governos trabalham com programas de longo prazo, mas seus interesses mais diretos estão no curto prazo, e como é admitido nos modelos de curto prazo, os fatores são específicos de setores e não podem se deslocar dos setores que perdem empregos para os que geram empregos.

Há uma série de problemas de curto prazo para o ajuste tais como informação imperfeita, necessidade de treinamento da força de trabalho, custos de desinvestimento etc. Os governos democráticos são sensíveis aos resultados das políticas comerciais em termos de geração e destruição de empregos e de capacidade produtiva, em geral.

Em um mundo de informação perfeita, de transações completamente definidas, não haveria lugar para negociações. O mundo real, entretanto é um mundo de incertezas e de informação imperfeita, onde existem custos para identificar, criar e operar os mercados, como, por exemplo, repartir e fixar os direitos de propriedade.

O conceito de custos de transação, que resume estes custos foi proposto em 1937 por Ronald Coase, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 1991. Só depois de muitas décadas é que o conceito de custos de transação foi incorporado, em parte, à teoria econômica.

A literatura institucionalista tem uma visão pessimista do ser humano. Na procura da satisfação dos seus interesses pessoais, o homem vai sempre procurar se aproveitar de circunstâncias favoráveis para enganar, fraudar a confiança de outros, a menos que a sociedade imponha regras de conduta, e mecanismos de controle e sanção que tornem elevados os custos de incorrer em um comportamento fraudulento.

A cooperação é vista como a melhor opção coletiva, mas inferior para cada Estado ante a possibilidade de usufruir vantagens de manter autonomia de formular e executar políticas enquanto os demais estão comprometidos com soluções coletivas.

Na economia existem duas leis: a primeira é a da mão invisível, que propõe que algumas vezes, quando cada indivíduo considera somente os seus interesses, um resultado racional do ponto de vista coletivo, ou seja, socialmente eficiente, emerge automaticamente. A segunda lei é que algumas vezes, a primeira lei não funciona.
Independentemente de quão inteligente seja a forma pela qual cada indivíduo procura atingir o seu interesse, não há maneiras de se alcançar espontaneamente um resultado socialmente racional.

Somente uma mão visível que dirija, ou uma instituição apropriada, pode produzir resultados que sejam eficientes do ponto de vista coletivo. Ou seja, a racionalidade individual não é suficiente para garantir a racionalidade coletiva.

A teoria do comércio é convincente em termos dos benefícios do comércio e da eficiência das economias mais abertas, mas não ajuda os governos no seu processo de decisão em um contexto de elevada incerteza, onde predominam os comportamentos oportunistas, e custos de transação. Outros segmentos da economia podem auxiliar a interpretar as negociações e o esforço cooperativo para a liberalização comercial. O mercantilismo que governa as relações comerciais entre Estados foi útil na construção do sistema multilateral de comércio, pelo menos enquanto o processo esteve limitado a um conjunto mais homogêneo de economias.

As mudanças na organização internacional da produção e seus reflexos no comércio impelem a mudanças na normativa do comércio. Não é fácil identificar o interesse coletivo em argumentos de máxima liberdade para a defesa dos interesses dos atores individuais na arena global.

Brasil 2020 – Que futuro nos espera?

Na terceira noite da Semana da Economia, Paulo Rabello de Castro, titular da RC Consultores, transformou sua palestra numa reflexão conjunta com os alunos e professores presentes.

De início, Paulo Rabello fez diversas considerações acerca da nossa evolução demográfica, destacando o acentuado processo de urbanização ocorrido a partir da década de 40 e confrontando-o com a redução das taxas de crescimento populacional verificada a partir de meados da década de 1960. Prosseguindo na análise das tendências demográficas, o consultor destacou o envelhecimento relativo da população brasileira que deverá se intensificar nos próximos anos, sendo possível projetar, com base na evolução atual, que entre 2040 e 2050 seja atingido o equilíbrio entre a população de 0 a 14 anos e a de mais de 60 anos, como pode ser visto na figura 1.

População Brasileira: Jovens vs. Idosos

Fonte: IBGE
Figura 1 – Projeção da evolução comparada da população de jovens e idosos

Dando continuidade, Paulo Rabello mostrou o impacto dessas mudanças no perfil demográfico brasileiro, indicando os efeitos desse envelhecimento relativo da população em diferentes aspectos da nossa estrutura econômica, com destaque para educação, saúde e previdência.

Concluída a fase de análise das questões demográficas, o economista examinou as possibilidades de expansão do agronegócio, destacando o elevado potencial da bioenergia como alternativa para o Brasil.

Encerrando sua exposição, Paulo Rabello estimulou os presentes a refletirem sobre o impacto que as transformações em curso no País exercem na geração de empregos e oportunidades de negócios, concluindo pela urgente necessidade de recuperação das taxas de crescimento, sem o que a crise social não terá como não se agravar nas próximas décadas, com inevitáveis conseqüências negativas no plano social.

Aprenda a investir em ações

Roberto Lee, sócio fundador da Win Home Broker, fez uma exposição sobre como investir em ações. De acordo com o palestrante há dois mitos com relação o mercado acionário que precisam ser derrubados: um é que investir em ações é só para quem tem milhões para aplicar; o outro pode ser resumido na idéia de que aplicar em ações é para quem deseja correr grandes riscos.

Com a evolução do mercado acionário no Brasil não é necessário ser milionário para investir em ações. Até 1999 as corretoras não tinham interesse em ter como clientes pequenos investidores, em função dos elevados custos envolvidos na compra e venda de ações. Hoje isso mudou e é possível fazer aplicações em ações de pequenas quantias de dinheiro. Como conseqüência um mercado restrito tem ampliado as suas possibilidades de participação, com a entrada de pequenos investidores.

No Brasil, entretanto, o mercado acionário ainda está longe de ser uma opção popular de investimento. Enquanto nos Estados Unidos 50% da população investe em ações, no Brasil esse percentual é somente 0,1%.

O mercado de capitais é fundamental para o crescimento e desenvolvimento econômico do Brasil. A democratização do capital permite e captação de recursos financeiros para desenvolver projetos que somente são possíveis com a participação de milhares de pequenos acionistas.

No Brasil, mais de 300 empresas negociam suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA). A abertura de capital implica em transparência e comprometimento na administração dos recursos financeiros das empresas. Os acionistas têm direito à distribuição de lucro das empresas, os chamados dividendos.

Analisando o investimento em Bolsas sob uma perspectiva histórica é possível concluir que no longo prazo aplicar em ações é um dos investimentos com maior rentabilidade. Por outro lado, com relação à especulação como meio de ganhar dinheiro no mercado de ações, há estudos que mostram que nos últimos cinco anos os fundos de ações mais valorizados foram aqueles que não alteraram suas carteiras.

Roberto completou a exposição comentando que o pequeno investidor que deseje aplicar alguns recursos financeiros em ações deve procurar uma corretora, escolher bem a empresa em que deseja aplicar, levando em conta critérios como afinidade com a missão e finalidade da empresa, liquidez, dividendos e segurança. Também recomendou diversificar as aplicações e acompanhar o desempenho da empresa através de relatórios, gráficos, balanços, entre outras fontes de informação.

Agronegócios no Brasil: desafios e oportunidades

A palestra do ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, fechou com chave de ouro a edição deste ano da Semana da Economia. Na primeira das três partes em que dividiu sua palestra, o ex-ministro falou sobre os cenários do agronegócio mundial. Com base num estudo de Alan MacDiarmid, mostrou que dos dez maiores problemas da humanidade nos próximos 50 anos – energia, água, alimentos, meio ambiente, pobreza, educação, democracia, população, doenças e terrorismo/guerras – cinco deles (os 5 primeiros da lista) estão diretamente relacionados à agricultura.

Em seguida, Roberto Rodrigues focalizou as principais tendências, destacando:

1990 2000 2025
População Mundial (bilhões) 5,2 6,2 8,3
Demanda por alimento (bilhões de ton) 1,97 2,45 3,97
Source: Bourlaug, N., Agroanalysis, Vol. 27, nº 03, Março 2007

(maior crescimento na Ásia)

Na seqüência, Roberto Rodrigues apresentou uma série de dados a respeito do agronegócio no Brasil em 2006, alertando para a relevante participação do segmento na economia brasileira. Concluiu esta parte chamando a atenção para as grandes contribuições do agronegócio no século XX e sobre quais poderão ser essas contribuições no século XXI.
Na parte seguinte, Roberto Rodrigues justificou a importância dos biocombustíveis por diferentes aspectos: ganhos ambientais, renovabilidade, aspectos econômicos, aspectos sociais e aspectos políticos. Feito isso, Rodrigues apresentou (Figura 2) uma comparação entre a matriz energética do Brasil e a matriz energética mundial para demonstrar a enorme vantagem competitiva do nosso país em termos de renovabilidade.

Figura 2 – Comparação entre a matriz energética mundial e do Brasil

Na fase final de sua palestra, Roberto Rodrigues relacionou aqueles que, em seu entender, são os grandes desafios para o agronegócio:

E, concluindo, externou sua crença num futuro bastante promissor para o Brasil, em razão de nosso incomparável potencial em termos de terra disponível, tecnologia e recursos humanos. 

Professor Roberto Macedo, ex-secretário de  Política Econômica do Ministério da Fazenda e assessor da Diretoria do Curso de Economia da FAAP
Professor José Eli da Veiga, da FEA-USP
Paulo Tenani, Chefe de Pesquisa da América Latina do UBS Pactual Wealth Management
Vivianne Ventura Dias, pesquisadora da Rede Latino-Americana de Política Comercial (LATN)
O renomado economista e consultor Paulo Rabello de Castro interagindo com 
alunos do Curso de Economia
Roberto Lee, sócio da Win Home Broker, que ensina jovens a investir no mercado de ações
Professor Luiz Alberto Machado, vice-diretor do Curso de Economia, abrindo a sessão de  encerramento da Semana de economia de 2007, tendo á sua esquerda o coordenador do curso de Economia, professor José Maria Rodriguez Ramos, e à sua direita o ex-ministro da Agricultura,  Roberto Rodrigues

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  • - Informações sobre outros identificadores atribuídos ao dispositivo;
  • - Preferências de navegação;
  • - O endereço IP a partir do qual o dispositivo acessa o site ou aplicativo móvel; - Informações sobre a localização geográfica do dispositivo quando ele acessa um site ou aplicativo móvel.
  • - Credenciais, conjunto de dados que o Usuário usa para se autenticar visando acessar determinadas áreas restritas e/ou funcionalidades exclusivas - Hábitos de navegação para mapear quais áreas são visitadas
  • - Interações de tempo, estimar qual foi o período de permanência no site

Posso ser identificado por meio dos cookies?

Se você está acessando o Portal como um Usuário Anônimo, sem se cadastrar ou sem se logar como Usuário do Portal, a FAAP só terá acesso às informações de seu perfil de navegação, mas não conseguirá identificá-lo como indivíduo.

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O período de armazenamento dos cookies que coletam informações de Usuários Anônimos pode variar. No entanto, o Usuário poderá apagar os cookies por meio da configuração de seu navegador. É importante ter em mente que os cookies serão recriados quando for retomada a navegação. Se você não concorda com a captura de cookies, pode sempre configurar seu navegador para que a coleta de cookies seja bloqueada, lembrando que, ao fazer isso, poderá fazer com que sua experiência de uso do Portal fique parcialmente prejudicada.

Posso impedir que sejam coletadas tais informações por meio dos cookies? Caso tenha interesse, é sempre possível desabilitar a coleta de informações mediante cookies por meio da configuração de seu próprio navegador. Abaixo estão algumas orientações gerais para que você possa especificar como os cookies são gerenciados após configurar seu navegador de preferência*

Navegadores em computadores

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Selecione Configurações.
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Na seção Privacidade, clique em Configurações de conteúdo.
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-Permitir cookies por padrão
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Firefox

Abra o Firefox, abra o menu Editar e selecione Preferências.
Em Privacidade e segurança, selecione Cookies.
Você pode selecionar as seguintes configurações:
-Desativar cookies
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Toque ou clique na guia Privacidade.
Em Configurações, mova o controle deslizante para a parte superior para bloquear todos os cookies ou para a parte inferior para permitir todos os cookies. Toque ou clique em OK.

Safari 5.1 (OS X Lion)

Selecione Safari e, em seguida, selecione Preferências.
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Na seção Bloquear cookies, especifique se e quando o Safari deve aceitar cookies de sites.
Para ver uma explicação das opções, clique no botão Ajuda (ponto de interrogação). Observação: se você quiser ver quais sites armazenam cookies em seu computador, clique em Detalhes.
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*Note que as orientações gerais são meramente informativas para auxiliar o Usuário. A FAAP não se responsabiliza pela atualidade e precisão das informações. Orientações específicas e atuais poderão sempre ser localizadas dentro da seção de dúvidas/manual de instruções de cada navegador.

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POLÍTICA DE PRIVACIDADE - FAAP

A FAAP - FUNDAÇÃO ARMANDO ALVARES PENTEADO, fundação de direito privado, com sede na Rua Ceará, 02, Higienópolis, Município de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 01243-010, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 61.451.431/0001-69 e toda sua equipe, se preocupa com a segurança e proteção de dados pessoais e preza pela privacidade de seus integrantes, sejam equipes ou candidatos, de forma que através desta Política de Privacidade, pretendemos ser transparentes e demonstrar nossa preocupação para com o tratamento de dados pessoais.

Esta Política de Privacidade tem por objetivo informar e apresentar esclarecimentos sobre o tratamento aplicado aos dados pessoais de todo e qualquer titular que se relacione com esta instituição, considerando a Lei Federal 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Para fins de aplicação desta Política, são considerados titulares de dados toda e qualquer pessoa física, sendo que na relação com a FAAP, podemos mencionar o colaborador, estagiário, estudante, candidato, responsável legal, fornecedor, parceiro, prestador de serviço, usuário de nossos sites e qualquer outra pessoa física que interaja de alguma forma conosco.

SOBRE OS AGENTES DE PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS

A FAAP é Controladora de dados pessoais na relação existente com seus alunos, colaboradores, visitantes e terceirizados. Os prestadores de serviços e parceiros da FAAP, dependendo da relação, objetivos e autonomia sobre o tratamento de dados pessoais, poderão se enquadrar como operadores ou controladores em conjunto ou singulares, sejam eles pessoa física ou jurídica.

SOBRE A COLETA DE DADOS

Os dados e o modo de coleta podem variar conforme o produto/serviço utilizado, bem como pela maneira de uso e interação do consumidor junto à FAAP, sendo ele aluno ou não. Estas informações ainda podem ser obtidas por meio de um terceiro ou parceiro comercial que tenham permissão para partilhá-las conosco.

Os dados pessoais serão coletados nas seguintes hipóteses:

  • - Compra ou uso dos nossos cursos, produtos ou serviços;
  • - Registro e/ou interesse em um curso, produto ou serviço específico;
  • - Preferências de navegação;
  • - Subscrição em newsletters e/ou mailing list;
  • - Realização de contato por meio de algum dos canais de atendimento;
  • - Participação em processo seletivo e para contratações;
  • Quando as informações pessoais estiverem disponíveis publicamente.

As informações que podem ser coletadas, quando necessário, serão as seguintes:

INFORMAÇÕES DE USUÁRIOS DOS SITES, CANDIDATOS, COLABORADORES E ALUNOS
DADOS PESSOAIS COLETADOS
FINALIDADE

Nome completo, endereço, gênero, data de nascimento, RG, CPF, número de telefone, e-mail, profissão e ainda nome da mãe e do pai quando necessários, certidão de nascimento, título de eleitor, certificado de conclusão e histórico escolar e quitação de serviço militar.

Identificar e autenticar, cumprir com obrigações, possibilitar acesso aos recursos e funcionalidades do sistema, ampliar nosso relacionamento, informar sobre andamento das fases de seleção, informar sobre desempenho acadêmico, bem como resultados de processos seletivos, prevenção de fraudes, informações futuras sobre novos cursos e oportunidades, informações administrativas.
No caso do teatro, são coletados dados de identificação, de contato e de pagamento, para fins de efetivação do pagamento e para fins de contato com o consumidor, caso haja cancelamento, alteração de horário, bem como qualquer informação administrativa.

sexo

Para fins de atendimento de políticas de diversidade, em alguns casos para cumprimento de obrigação legal, bem como para métricas de inscrições ou contratações de colaboradores.

Dados bancários ou de cartão de crédito ou débito

Necessário para processamento de pagamentos, armazenados parcialmente após a transação.
Dados bancários de colaboradores são tratados para fins de deposito de salário.

Foto.

Identificação, autenticação, prevenção à fraude, acervo histórico da feira, divulgação dos participantes.

Voz, quando há contato por meio de algum dos canais de Serviço de Atendimento ao Consumidor (gravação do atendimento);

Poderá acontecer gravação do atendimento para fins de exercício regular de direitos.

Preferências por produtos, serviços e atividades específicas, sendo essas informações fornecidas pelo próprio consumidor, ou deduzível a partir da forma como ele usa os produtos e serviços;

Melhorar a sua experiência em nossos sites e personalização de ofertas e recomendações personalizadas

Histórico navegação para eventual uso de ofertas e recomendações personalizadas

Melhorar a sua experiência em nossos sites e personalização de ofertas e recomendações personalizadas

Informações sobre quais páginas foram acessadas pelo Usuário, qual é seu navegador, seu sistema operacional, seu IP, entre outros Algumas páginas do Portal também podem armazenar cookies, que consistem em pequenos arquivos instalados por sites nos computadores quando o navegador de internet é usado. Esses arquivos permitem identificar se um mesmo aparelho já fez uma visita anterior ao Portal, e se o Usuário tem ou não Cadastro.

Aperfeiçoar e customizar o atendimento aos usuários.

(para maiores esclarecimentos sobre os dados recolhidos através de cookies, web beacons e outras tecnologias, consulte nossa Política de Cookies)

INFORMAÇÕES DE USUÁRIOS DOS SITES, CANDIDATOS, COLABORADORES E ALUNOS
DADOS PESSOAIS COLETADOS
FINALIDADE

Dados relacionados à saúde de seus colaboradores e alunos, como atestados médicos, receitas e medicações

Prestar socorro imediato quando necessário, atendimento em ambulatório, abono de faltas

Dados relacionados à deficiência física e dados relacionados à crianças especiais, incluindo informações médicas e psicológicas

Para fins execução dos serviços contratados, atendimento à Lei de inclusão

Quaisquer Dados fornecidos pelos Usuários serão armazenados pelo tempo necessário para o atendimento de suas finalidades e a FAAP envidará os melhores esforços na manutenção da confidencialidade integridade e disponibilidade das informações que forem fornecidas.

TODOS OS DADOS PESSOAIS COLETADOS DOS USUÁRIOS SERÃO INCORPORADOS A BASE DE DADOS DA FAAP ATENDENDO AOS PRINCÍPIOS E BASES LEGAIS PREVISTAS NA LEGISLAÇÃO.

PARA FACILITAR O SEU ENTENDIMENTO, A FAAP PODERÁ UTILIZAR AS INFORMAÇÕES COLETADAS DOS USUÁRIOS, INCLUSIVE POR MEIO DE COOKIES, PARA OS SEGUINTES PROPÓSITOS GERAIS:

  • INFORMAR A RESPEITO DE SUAS ATIVIDADES, INCLUINDO EVENTOS, PEÇAS TEATRAIS E OFERTA DE CURSOS, POR CORREIO ELETRÔNICO MALA DIRETA, SMS OU OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO;
  • MANTER ATUALIZADOS OS CADASTROS DOS USUÁRIOS PARA FINS DE CONTATO POR TELEFONE, CORREIO ELETRÔNICO MALA DIRETA, SMS OU OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO;
  • ELABORAR ESTATÍSTICAS GERAIS, SEM QUE HAJA IDENTIFICAÇÃO DO USUÁRIO;
  • RESPONDER ÀS DÚVIDAS E SOLICITAÇÕES DO USUÁRIO;
  • REALIZAR CAMPANHAS DE COMUNICAÇÃO E MARKETING DE RELACIONAMENTO;
  • COMUNICAR-SE COM O USUÁRIO, A FIM DE LHES DAR INFORMAÇÕES ADMNISTRATIVAS;
  • CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÕES LEGAIS, INCLUINDO REGULAMENTOS SETORIAIS E REGRAS FISCAIS; E
  • EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITO EM PROCESSO JUDICIAL, ADMINISTRATIVO OU ARBITRAL

Sempre que as finalidades de tratamento depender de autorização expressa do Usuário, esta será solicitada no momento do cadastro físico ou digital, na contratação dos serviços educacionais, contrato de trabalho ou por ações específicas conforme necessidade.

DADOS PESSOAIS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Considerando a prestação de serviços educacionais também à nível do ensino fundamental e médio, ao concordar com os termos desta Política de Privacidade, o responsável legal, afirma ter ciência de que serão coletados dados pessoais necessários para a execução dos serviços, assim como para cumprimento de obrigações legais e exercício regular de direitos, inclusive para armazenamento após o termino do contrato, sendo que a não concordância com os respectivos tratamentos, acarreta na impossibilidade de prestação dos serviços educacionais.

O responsável legal, toma ciência de que no caso de revogação do consentimento ou oposição a qualquer tratamento, após serem coletados os dados, estes permanecerão armazenados, quando necessário para atendimento de obrigações legais e exercício regular de direitos.

Nas demais hipóteses de tratamento será coletado o consentimento no contrato de matrícula ou em outro momento oportuno.

COMPARTILHAMENTO DE DADOS PESSOAIS

O banco de dados formados pelo cadastro, matrícula ou qualquer outro meio junto à FAAP é de propriedade desta e será compartilhado apenas para as finalidades específicas de execução do contrato (o que pode incluir compartilhamento com parceiros, prestadores de serviços/operadores e suboperadores.

No caso do setor de carreiras, os dados dos alunos que se candidatam às vagas, poderão ser compartilhados com as empresas parceiras e solicitantes do encaminhamento de currículos, para seleção e contratação

Além disso, a FAAP poderá compartilhar dados pessoais de sua base com parceiros, sempre que for em benefício aos titulares de dados pessoais, desde que devidamente autorizados, quando o tratamento não tiver justificativa nas demais hipóteses legais excludentes do consentimento.

No caso de parceria com Universidades de outros países poderá ocorrer a transferência internacional dos dados pessoais, ficando ciente o aluno, deste tratamento quando tiver como base a execução dos serviços a serem prestados ou será coletado o consentimento para ações independentes.

Em todo compartilhamento, a FAAP prezará pelo comprometimento dos operadores e parceiros envolvidos no tratamento dos dados pessoais, utilizando-se de cláusulas contratuais e protocolos de segurança que garantam a proteção e privacidade dos dados que lhes foram compartilhados exigindo o mesmo nível de proteção destes agentes.

Todo compartilhamento será pautado no princípio da necessidade atentando-se ao mínimo necessário para atingir às finalidades esperadas.

Exemplo de compartilhamentos:

  • Outras universidades para fins de parcerias em eventos;
  • Com empresas parceiras para concessão de benefícios;
  • Com autoridades judiciais, mediante determinação legal.

Poderão ser compartilhados com quaisquer parceiros, dados estatísticos como índice de alunos ou colaboradores por gênero, região de moradia, idade, entre outros, desde que anonimizados e os dados cujo compartilhamento foi expressamente autorizado pelo titular e/ou responsável.

A não ser por obrigação legal, incluindo determinação judicial, ou autorização expressa, os Dados do usuário jamais serão transferidos a terceiros que não sejam parceiros ou empresas autorizadas pela FAAP ou usadas para finalidades diferentes daquelas para as quais foram coletadas e informadas ao titular.

ARMAZENAMENTO DOS DADOS PESSOAIS:

Os dados coletados são armazenados em servidores externos, localizados no exterior e alguns dados permanecem em servidor próprio.

Os dados são armazenados em ambiente seguros e controlados, incluindo dados de acesso e registros de logs, sempre em atendimento aos prazos legais.

DA ATUALIZAÇÃO E VERACIDADE DOS DADOS FORNECIDOS

O USUÁRIO GARANTE A VERACIDADE E EXATIDÃO DOS DADOS QUE FORNECER À FAAP, OU SEJA, A FAAP NÃO TEM QUALQUER RESPONSABILIDADE NO CASO DE INSERÇÃO DE DADOS FALSOS OU INEXATIDÃO DOS DADOS PESSOAIS INFORMADOS PELO USUÁRIO À FAAP.

É de responsabilidade do próprio titular ou responsável legal (quando aplicável) a ratificação ou retificação das informações fornecidas, quando necessário.

DOS DIREITOS DO TITULAR DOS DADOS PESSOAIS

A Lei garantiu ao Usuário determinados direitos em relação às informações pessoais que estão sob a tutela da FAAP, em função das coletas e tratamentos realizados, esses direitos estão elencados no art. 18º, quais sejam:

  • confirmação da existência de tratamento;
  • acesso aos dados;
  • correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
  • anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com a Lei;
  • portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da autoridade nacional, observados os segredos comercial e industrial; (ANPD ainda irá regulamentar sobre a portabilidade)
  • eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular.
  • informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;
  • informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;
  • revogação do consentimento;

Além disso, o titular poderá solicitar cópia de seus próprios dados pessoais e opor-se à recepção de mensagens de marketing. Neste caso o descadastramento destas mensagens poderá ser feito pelo e-mail faleconosco@faap.br.

Esclarecemos que ao optar por não receber mensagens de marketing não significa que deixará de receber mensagens relacionadas com os seus cursos e outras informações administrativas.

CASO VOCÊ QUEIRA ENTRAR EM CONTATO PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O TEMA, REGISTRAR UMA RECLAMAÇÃO OU FAZER QUALQUER REQUISIÇÃO RELACIONADA AO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS EFETUADO PELA FAAP, ENTRE EM CONTATO PELO E-MAIL PRIVACIDADE@FAAP.BR

FAAP busca tratar e armazenar os seus dados somente durante o tempo estritamente necessário. Na hipótese de tratar-se de aluno os dados serão mantidos e compartilhados com as autoridades em obediência a prescrições legais.

Antes de solicitar exclusão de dados verifique o enquadramento: (i) necessidade de armazenamento por período exigido em lei; (ii) pelos períodos legalmente definidos para fins de investigação e ações judiciais; e (iii) pagamentos e faturas e demais obrigações de natureza fiscal.

DO NÃO FORNECIMENTO DOS DADOS:

O não fornecimento dos dados pessoais necessários para execução do contrato acarretará na impossibilidade de contratação e de execução dos serviços.

No caso do teatro FAAP, o não fornecimento dos dados pessoais na aquisição dos ingressos, mediante compra física, poderá acarretar na ausência de contato e comunicação no caso de situações emergenciais, como por exemplo, no caso de cancelamento de eventos.

Outros dados quando não indicados como obrigatórios e coletados com base no consentimento poderá impossibilitar algumas ações propostas para beneficiar os titulares.

COMO SERÃO PROTEGIDAS AS INFORMAÇÕES PESSOAIS?

A FAAP empenha-se em tomar todos os tipos de medidas administrativas, técnicas e físicas de cunho preventivo em relação à segurança e privacidade durante a execução de suas atividades envolvendo dados pessoais, desde o treinamento e conscientização dos colaboradores, até o uso de tecnologias de criptografia e firewall avançadas.

Se nossos sites possuírem ligações com sites de terceiros, é possível que durante sua navegação você seja direcionado a esses sites. Nesses casos, a responsabilidade sobre a segurança e proteção dos seus dados caberá aos referidos terceiros, de forma que recomendamos a leitura dos termos de uso, políticas de privacidade e de cookies dos respectivos sites.

Este cenário também se aplica às hipóteses em que você divulgue seus dados pessoais em plug-ins sociais e sites de busca. Nesses casos, o tratamento dos dados será realizado pelos terceiros em questão e, novamente, sugerimos a leitura dos termos de uso, política de privacidade e de cookies destes respectivos sites/terceiros.

INEXISTÊNCIA DE VÍNCULO

O presente instrumento e as obrigações e direitos aqui previstos não importam na criação de qualquer vínculo trabalhista, societário, de parceria ou associativo entre o Usuário e a FAAP, sendo excluídas quaisquer presunções de solidariedade entre ambos no cumprimento de suas obrigações.

EVENTOS DE CASO FORTUITO E FORÇA MAIOR

A FAAP não se responsabiliza por quaisquer eventos oriundos de caso fortuito ou força maior, assim entendidas as circunstâncias imprevisíveis e inevitáveis que impeçam, total ou parcialmente, a execução das obrigações assumidas.

DO ENCARREGADO PELO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS DA FAAP

Atendendo aos requisitos e nos termos da LGPD, a FAAP nomeou o encarregado (DPO) pela proteção de dados pessoais, cuja é o responsável pelas orientações e atendimentos relacionados ao tema.

Para entrar em contato:

Para quaisquer dúvidas ou demandas relacionadas especificamente ao tema proteção de dados pessoais, o atual Encarregado poderá ser contatado conforme dados a seguir:
DPO: Cristina Sleiman – privacidade@faap.br
Endereço para correspondência: RUA ALAGOAS, Nº903 – HIGIENÓPOLIS – setor jurídico

DISPOSIÇÕES FINAIS

A FAAP reserva-se o direito de modificar, acrescentar ou remover conteúdos e partes desta política a qualquer momento e a seu exclusivo critério. Neste caso a FAAP informará aos titulares de dados sobre atualizações de suas Políticas, o que não isenta o titular de consultá-la com regularidade. Recomendamos que você consulte esta política quando tiver alguma dívida e sempre que navegar por nossos sites

Os direitos e obrigações decorrentes deste documento poderão ser cedidos a qualquer empresa pertencente à FAAP. Na eventualidade de qualquer das disposições deste documento vir a ser considerada nula, anulável ou inaplicável, por qualquer razão, as demais disposições deste contrato permanecerão em vigor e inalteradas, continuando a vincular as partes.

Ao navegar pelo Portal FAAP, você aceita guiar-se pelos Termos de Uso e Políticas de Privacidade e de Cookies, que se encontrarem vigentes na data de seu acesso, portanto, deve verificar os mesmos previamente cada vez que visitar o Portal FAAP.

Este instrumento será regido e interpretado de acordo com a legislação brasileira, eleito o Foro da Comarca de São Paulo, Estado de São Paulo, para questões a ele relativas, com renúncia expressa a qualquer outro.

Data da atualização desta Política: novembro/2021