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Gabinete Presidencial

Retomada das Relações Diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba

Na década de 60, um embargo econômico, financeiro e comercial foi imposto pelos Estados Unidos ao governo cubano como retaliação à desapropriação de terras e companhias americanas na ilha pelo governo revolucionário de Fidel Castro. Anos mais tarde, o Congresso norte-americano concretiza o embargo com a aprovação da Lei Helms-Burton, que, além de outras coisas, proibia empresas estrangeiras de negociarem com Cuba e penalizava companhias que estivessem em contato com o governo ou o povo cubano.

Desde a Revolução Cubana, pelos 50 anos de embargo que se seguiram, as relações diplomáticas entre os dois países se degradaram, criando um ambiente de tensão e de confronto que resultou num apelo quase que unânime da Assembleia Geral da ONU pelo fim do embargo durante tal período.

No final de 2014, Barack Obama e Raul Castro, numa reaproximação histórica, anunciam a reabertura das respectivas embaixadas nos dois países e a retomada das relações diplomáticas entre eles. Medidas iniciais para essa reatada foram adotadas, porém o fim do embargo não foi completamente efetivado, por depender da autorização do poder legislativo norte-americano.

No XIII Fórum FAAP, o desafio proposto aos senhores será a criação de estratégias para a superação dos 50 anos de instabilidade e beligerância, através da restauração de relações diplomáticas históricas entre a República de Cuba e os Estados Unidos da América frente aos desafios e problemas que estiveram adormecidos até então.