FAAP Fundação Armando Alvares Penteado

A Exposição

O Museu de Arte Brasileira da FAAP recebe obras dos 30 finalistas da 7ª edição do Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, considerado o mais tradicional e relevante das artes visuais do país. Esta edição da premiação foi pautada pela proposta curatorial de trazer à luz o protagonismo feminino em todas as suas instâncias.
Simultaneamente, há um espaço dedicado ao Projeto Arte e Indústria, que em sua 4ª edição homenageia a pintora, gravadora, escultora e desenhista carioca Anna Bella Geiger,  uma das grandes expoentes da primeira geração de artistas conceituais latino-americanos e uma das artistas mais importantes do Brasil no século 20. A exposição percorre as fases de seu trabalho desde os anos 1960 até 2017 e reúne 74 peças, entre cadernos e trabalhos emblemáticos, incluindo fotogravuras, fotomontagens, vídeos, desenhos, mapas, gravuras em metal e serigrafia.

Além das obras da homenageada, a mostra apresenta 40 obras de 11 artistas, cujos processos de criação estão relacionados à produção industrial do Projeto Arte e Indústria e que dialogam com as produções de Anna Bella. Participam deste núcleo, Adriana Varejão, Brígida Baltar, Carlos Mélo, Cristina Canale, Frida Baranek, Karin Lambrecht, Leda Catunda, Nelly Gutmacher, Paola Junqueira, Rosângela Rennó e Walmor Correa.

O Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça recebeu, neste ano, 687 inscrições de 24 Estados e do Distrito Federal. O júri – composto pelos curadores Ana Avelar, Bernardo Mosqueira, Clarissa Diniz, Gabriela Motta, Josué Mattos e Marcus Lontra, e pela artista Rochelle Costi – selecionou 30 finalistas de gerações e trajetórias diversas, contemplando tanto artistas consagrados quanto emergentes. São eles: Alan Adi (Sergipe); Aline Motta (Rio de Janeiro); Ana Hupe (Rio de Janeiro); Ana Mazzei (São Paulo); Ana Teixeira (São Paulo); Anna Costa e Silva (Rio de Janeiro); Clara Ianni (São Paulo); Dalton Paula (Goiás); Dora Longo Bahia (São Paulo); Eduardo Frota (São Paulo); Fabrício Lopez (São Paulo); Guto Lacaz (São Paulo); Haesbaert (Rio Grande do Sul); Isabela Prado (Minas Gerais); Ismael Monticelli (Rio Grande do Sul); João Modé (Rio de Janeiro); Juliana Notari (Pernambuco); Letícia Ramos (Rio Grande do Sul); Lívia Flores (Rio de Janeiro); Mônica Nador (São Paulo); Nydia Negromonte (Minas Gerais); Osvaldo Carvalho (Rio de Janeiro); Pedro França (São Paulo); Pedro Marighella (Bahia); Rafael Bqueer (Pará); Raquel Nava (Distrito Federal); Rodrigo Bueno (Ceará); Ueliton Santana (Acre); Vitor Cesar (Ceará); Vivian Caccuri (São Paulo).
A premiação é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Serviço Social da Indústria (SESI) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), e tem como objetivo incentivar a produção e a exibição da arte contemporânea no Brasil.

PROGRAMA EDUCATIVO – A partir das experiências dos projetos educativos do MAB FAAP e do Prêmio, o programa abrange atendimento a grupos escolares, formação de professores e oficinas para todos os públicos. A formação de professores prevê grupos do SESI, a partir do Programa ACESSE (Arte Contemporânea e Educação em Sinergia no SESI) e grupos da Secretaria Municipal de Educação (SME) em parceria vigente com o MAB FAAP. Partindo dos eixos Arte, Inovação e Trabalho, o programa utiliza a arte contemporânea para apoiar o trabalho interdisciplinar dos professores do Ensino Médio e promover a inovação pedagógica nas escolas da rede SESI. As exposições do Prêmio e um material exclusivo para professores integram esta proposta.

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